Daniel Cap. 7
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4. Da Morte para a Vida: A Voz que Ressuscita e a Autoridade do Juízo Final (João 5:25-29)
A Autoridade Exclusiva do Filho para Executar o Julgamento
A revelação de Cristo em João 5 não se limita apenas ao Seu poder vivificador; ela avança para estabelecer a Sua soberania judicial. Jesus declara que o Pai não apenas Lhe concedeu ter a vida em Si mesmo, mas também Lhe outorgou a autoridade suprema para executar o julgamento.
"E lhe deu autoridade para julgar, porque é o Filho do Homem." (João 5:27)
Este versículo contém uma das chaves hermenêuticas mais importantes do Novo Testamento: o título "Filho do Homem". Embora à primeira vista possa parecer uma referência à humanidade de Jesus — indicando que Ele é apto para julgar os homens porque também é humano e compreende suas fraquezas —, o significado bíblico é muito mais profundo e remonta à profecia de Daniel.
No capítulo 7 do livro de Daniel, o profeta tem uma visão de alguém "como um filho do homem" que se aproxima do Ancião de Dias (Deus Pai) e recebe domínio, glória e um reino que jamais será destruído.
"Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. E foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino..." (Daniel 7:13-14)
Ao reivindicar este título, Jesus está afirmando ser o cumprimento dessa profecia messiânica. Ele é o Rei-Juiz designado por Deus para governar sobre todas as nações e povos. A delegação do juízo ao Filho tem um propósito teológico claro: honrar o Filho da mesma maneira que se honra o Pai. A autoridade de julgar é a prerrogativa divina por excelência; ao transferi-la para Jesus, o Pai declara a divindade absoluta de Cristo.
Esta exclusividade tem implicações terríveis e consoladoras. É consoladora para o crente, pois o Juiz que se assentará no tribunal final é o mesmo Salvador que morreu na cruz para redimi-lo. Não é um juiz desconhecido ou indiferente à condição humana, mas alguém que experimentou a tentação e o sofrimento, embora sem pecado.
Por outro lado, é uma verdade terrível para aqueles que rejeitam o Evangelho. A ideia popular de que, no final, cada um prestará contas a um "Deus genérico" ou a uma "força superior" é desconstruída aqui. O confronto final da humanidade será com a pessoa de Jesus Cristo. Não haverá corte de apelação acima dEle. Aquele que foi enviado como Salvador retornará como Juiz, e a base desse julgamento está intrinsecamente ligada à resposta que cada indivíduo deu à Sua voz. A rejeição ao Filho implica, inevitavelmente, na rejeição ao Pai e na aceitação da condenação justa.
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