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O Parácletos: Quem é o Consolador Prometido por Jesus?
No contexto do discurso de despedida registrado no Evangelho de João, Jesus dirige a seus discípulos palavras que, à primeira vista, poderiam soar como uma promessa de consolo ordinário. Ele anuncia que não os deixará sós — que rogará ao Pai, e o Pai lhes enviará "outro consolador". É nessa palavra, aparentemente simples, que reside uma das revelações mais profundas de toda a teologia cristã.
O termo traduzido como "consolador" no português deriva do grego Parácletos (παράκλητος). Sua etimologia combina pará (ao lado) e kaléo (chamar), formando a ideia de "alguém chamado para ficar ao lado".
Matéria: Bíblia
A Resposta Inicial: Nem Sempre — Tudo Depende da Intenção
A pergunta é tão recorrente quanto imprecisa: "Se um indivíduo aponta uma arma contra um policial, isso é automaticamente tentativa de homicídio?" A resposta clara e objetiva é: não necessariamente.
Essa imprecisão decorre de uma leitura superficial do Direito Penal, que não leva em consideração a estrutura fundamental dos crimes: a intenção do agente. No Direito Penal brasileiro, nenhum crime — muito menos os crimes contra a vida — pode ser tipificado sem a análise minuciosa do elemento subjetivo, ou seja, do dolo que animava a conduta do autor no momento do fato.
O senso comum tende a presumir que o uso de uma arma de fogo implica, automaticamente, vontade de matar.
Matéria: Direito Penal
O Contexto dos Problemas Litúrgicos em Corinto
A Primeira Carta de Paulo aos Coríntios é, em grande medida, uma resposta pastoral a uma igreja em crise. Entre os muitos problemas que assolavam a comunidade cristã de Corinto — divisões partidárias, imoralidade sexual, litígios entre irmãos, questões sobre o matrimônio e sobre alimentos oferecidos a ídolos —, havia também uma série de desarranjos graves no culto público. É a partir do capítulo 11 que Paulo começa a tratar sistematicamente dessas desordens litúrgicas.
O primeiro problema abordado é a participação das mulheres no culto: elas oravam e profetizavam, mas a questão do véu havia gerado confusão e descumprimento das normas que Paulo havia transmitido.
Matéria: Bíblia
Série de Publicações 32
1. A Igreja de Deus em Corinto: Um Espelho Para os...
2. "Eu Sou de Paulo, e Eu de Apolo": Compreendendo...
3. Cristo Crucificado: A Sabedoria de Deus na Louc...
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6. A Sabedoria Oculta de Deus: Como o Espírito San...
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10. Não Ultrapasse o que Está Escrito: A Batalha d...
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12. Disciplina e Redenção: As Lições para a Igreja...
13. Disciplina na Igreja: Princípios Bíblicos para...
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23. Tudo Para com Todos: A Renúncia de Direitos e ...
24. A Ilusão da Segurança Espiritual: Lições de Is...
25. Liberdade Cristã e Consciência: O Equilíbrio e...
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27. A Ceia do Senhor: Significado, Reverência e as...
28. Discernimento Espiritual: Como Identificar a V...
29. A Dinâmica dos Dons Espirituais e a Unidade do...
30. O Caminho Mais Excelente: A Supremacia do Amor...
31. O Que Deve Ter Prioridade no Culto Cristão: Ed...
32. O Dom de Línguas e a Edificação da Igreja: Pre...
Uma só história: da tempestade no mar à libertação do Gadareno (Lc. 8:22-39)
O Evangelho de Lucas foi escrito para um homem chamado Teófilo — uma figura que, segundo os estudiosos, provavelmente representava um gentio de boa posição social, interessado em compreender as bases da fé cristã. É para esse Teófilo que Lucas constrói, com cuidado literário e teológico, uma narrativa que muitos costumam dividir em dois episódios distintos: a tempestade acalmada no mar da Galileia e a libertação do endemoniado gadareno. No entanto, uma leitura atenta do texto revela que se trata de uma única história contínua, com início, meio e fim bem definidos.
Jesus estava em Cafarnaum, cidade situada às margens do Lago de Genesaré — também chamado de Mar da Galileia ou Mar de Tiberíades.
Matéria: Bíblia
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