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Neemias Cap. 9

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Capítulo 9

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Neemias

Versão: KJF
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1 Ora, no vigésimo quarto dia deste mês, os filhos de Israel estavam reunidos em jejum, e com roupas de saco, e terra sobre eles.

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2 E a semente de Israel separou-se de todos os estrangeiros, puseram-se em pé e confessaram os seus pecados, e as iniquidades dos seus pais.

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3 E eles se puseram em pé no seu caminho, e leram o livro da lei do Senhor seu Deus uma quarta parte do dia; e na outra quarta parte eles confessaram, e adoraram o Senhor seu Deus.

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4 Então, se levantaram sobre os degraus, dos levitas: Jesua, e Bani, Cadmiel, Sebanias, Buni, Serebias, Bani e Quenani, e clamaram com voz alta ao Senhor seu Deus.

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5 Então, os levitas, Jesua, e Cadmiel, Bani, Hasabneias, Serebias, Hodias, Sebanias e Petaías, disseram: Levantai-vos e bendizei ao Senhor vosso Deus para todo o sempre; e bendito seja o teu glorioso nome, o qual é exaltado acima de toda bênção e louvor.

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6 Tu, só tu, és Senhor; tu fizeste o céu, o céu dos céus, com todo o seu exército, a terra e todas as coisas que nela estão, os mares, e tudo o que nele está, e tu a todos preservas; e o exército do céu te adora.
Versículo 6
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Diego Vieira Dias em 31/01/2026

12. A Providência de Deus: O Governo Soberano e Sustentador da História (Cl. 1:17; Hb. 1:3; Is. 38)

Os Três Pilares da Providência: Conservação, Cooperação e Governo

Para uma análise mais aprofundada de como a Providência Divina se manifesta, a teologia sistemática tradicionalmente divide essa obra em três aspectos fundamentais: Conservação (ou Preservação), Cooperação (ou Concorrência) e Governo. Esses três pilares explicam como Deus mantém, atua junto e dirige todas as coisas.

1. Conservação (Preservação)

A conservação é o ato contínuo de Deus pelo qual Ele mantém em existência tudo o que criou, preservando suas propriedades e poderes. Como mencionado anteriormente, o universo não é autossustentável; ele depende do poder divino a cada milissegundo.

"Tu, só tu, és Senhor; tu fizeste o céu, o céu dos céus, e todo o seu exército, a terra e tudo quanto nela há, os mares e tudo quanto neles há; e tu os guardas com vida a todos." (Neemias 9:6)

Isso significa que a matéria, a energia e até mesmo a nossa própria vida não possuem existência inerente independente de Deus. Se Ele "retirasse o plugue", por assim dizer, a criação deixaria de ser.

2. Cooperação (Concorrência)

Este é talvez o aspecto mais complexo e fascinante. A cooperação ensina que Deus atua simultaneamente com todas as causas secundárias (a criação) em cada ação que elas realizam. Deus é a Causa Primária que capacita a Causa Secundária a agir.

Isso evita dois extremos:

  • Não torna as criaturas meros robôs ou marionetes (elas agem de acordo com sua natureza).
  • Não torna as criaturas independentes de Deus (elas não podem agir sem o poder dEle).

Um exemplo clássico envolve as ações humanas, inclusive as más. A força física, a inteligência e a oportunidade para cometer um ato vêm de Deus (Causa Primária), mas a intenção moral do ato pertence à criatura (Causa Secundária). Quando um criminoso age, Deus sustenta a vida e a força dele (Cooperação), mas a maldade do ato é exclusivamente do homem. Deus coopera com a ação, mas não com a maldade da ação.

3. Governo

O governo é a atividade pela qual Deus dirige todas as coisas para um fim determinado e glorioso. O universo não está à deriva; há um telos, um propósito final para a história. O governo divino garante que nada — nem o pecado, nem Satanás, nem as catástrofes — possa frustrar os planos eternos de Deus.

"O coração do homem traça o seu caminho, mas o SENHOR lhe dirige os passos." (Provérbios 16:9)

"Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito." (Romanos 8:28)

Este governo abrange desde a extensão do reino de Deus até os detalhes da vida individual de cada crente. Como ilustrado na vida do rei Ezequias (Is. 38), Deus governa sobre a vida e a morte, determinando os dias de cada um. O governo de Deus é a garantia de que a história terminará exatamente como descrito no livro de Apocalipse: com a vitória final de Cristo e a restauração de todas as coisas.12. A Providência de Deus: O Governo Soberano e Sustentador da História (Cl. 1:17; Hb. 1:3; Is. 38)

Os Três Pilares da Providência: Conservação, Cooperação e Governo

Para uma análise mais aprofundada de como a Providência Divina se manifesta, a teologia sistemática tradicionalmente divide essa obra em três aspectos fundamentais: Conservação (ou Preservação), Cooperação (ou Concorrência) e Governo. Esses três pilares explicam como Deus mantém, atua junto e dirige todas as coisas.

1. Conservação (Preservação)

A conservação é o ato contínuo de Deus pelo qual Ele mantém em existência tudo o que criou, preservando suas propriedades e poderes. Como mencionado anteriormente, o universo não é autossustentável; ele depende do poder divino a cada milissegundo.

"Tu, só tu, és Senhor; tu fizeste o céu, o céu dos céus, e todo o seu exército, a terra e tudo quanto nela há, os mares e tudo quanto neles há; e tu os guardas com vida a todos." (Neemias 9:6)

Isso significa que a matéria, a energia e até mesmo a nossa própria vida não possuem existência inerente independente de Deus. Se Ele "retirasse o plugue", por assim dizer, a criação deixaria de ser.

2. Cooperação (Concorrência)

Este é talvez o aspecto mais complexo e fascinante. A cooperação ensina que Deus atua simultaneamente com todas as causas secundárias (a criação) em cada ação que elas realizam. Deus é a Causa Primária que capacita a Causa Secundária a agir.

Isso evita dois extremos:

  • Não torna as criaturas meros robôs ou marionetes (elas agem de acordo com sua natureza).
  • Não torna as criaturas independentes de Deus (elas não podem agir sem o poder dEle).

Um exemplo clássico envolve as ações humanas, inclusive as más. A força física, a inteligência e a oportunidade para cometer um ato vêm de Deus (Causa Primária), mas a intenção moral do ato pertence à criatura (Causa Secundária). Quando um criminoso age, Deus sustenta a vida e a força dele (Cooperação), mas a maldade do ato é exclusivamente do homem. Deus coopera com a ação, mas não com a maldade da ação.

3. Governo

O governo é a atividade pela qual Deus dirige todas as coisas para um fim determinado e glorioso. O universo não está à deriva; há um telos, um propósito final para a história. O governo divino garante que nada — nem o pecado, nem Satanás, nem as catástrofes — possa frustrar os planos eternos de Deus.

"O coração do homem traça o seu caminho, mas o SENHOR lhe dirige os passos." (Provérbios 16:9)

"Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito." (Romanos 8:28)

Este governo abrange desde a extensão do reino de Deus até os detalhes da vida individual de cada crente. Como ilustrado na vida do rei Ezequias (Is. 38), Deus governa sobre a vida e a morte, determinando os dias de cada um. O governo de Deus é a garantia de que a história terminará exatamente como descrito no livro de Apocalipse: com a vitória final de Cristo e a restauração de todas as coisas.

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7 Tu és o Senhor, o Deus que escolheu Abrão, e o tiraste de Ur dos caldeus, e lhe deste o nome de Abraão; 8 e achaste o seu coração fiel diante de ti, e com ele fizeste um pacto para dares à sua semente a terra dos cananeus, dos heteus, dos amorreus, e dos ferezeus, e dos jebuseus, e dos girgaseus, e cumpriste as tuas palavras; porque tu és justo.

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9 E viste a aflição dos nossos pais no Egito, e ouviste o seu clamor junto ao mar Vermelho; 10 e mostraste sinais e maravilhas sobre Faraó, e sobre todos os seus servos, e sobre todo o povo da sua terra; pois tu sabias que eles agiam soberbamente contra eles. Assim, conquistaste para ti um nome, como é neste dia.

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11 E dividiste o mar diante deles, de modo que seguiram pelo meio do mar em terra seca; e os seus perseguidores lançaste tu nas profundezas, como uma pedra nas águas poderosas.

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12 Além disso, tu os guiavas de dia com uma coluna de nuvem; e à noite com uma coluna de fogo, para dá-los luz no caminho no qual deveriam seguir.

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13 Tu desceste também sobre o monte Sinai, e do céu falaste com eles, e deste-lhes justos juízos, e leis verdadeiras, bons estatutos e mandamentos; 14 e fizeste-lhes conhecido o teu santo shabat, e lhes ordenaste preceitos, estatutos e leis, pela mão de Moisés, o teu servo; 15 e deste-lhes pão do céu para a sua fome, e extraíste para eles água da rocha para a sua sede, para a sua sede extraíste água da rocha, e lhes ordenaste que entrassem para possuírem a terra que com juramento lhes tinhas prometido dar.

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16 Todavia, eles e os nossos pais agiram soberbamente, e endureceram o seu pescoço, e não atentaram aos teus mandamentos, 17 e se recusaram a obedecer, nem atentaram para as maravilhas que tu fizeste no meio deles; mas endureceram o seu pescoço, e na sua rebelião, indicaram um capitão para retornarem à servidão; mas tu és um Deus pronto a perdoar, gracioso e misericordioso, tardio em irar-se, e de grande bondade, e não os abandonastes.

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18 Sim, quando fizeram para si um bezerro fundido, e disseram: Este é o teu Deus que te tirou do Egito, e tinham cometido grandes provocações; 19 todavia, tu nas tuas múltiplas misericórdias não os abandonastes no deserto; a coluna de nuvem não se apartou deles de dia, para guiá-los no caminho; nem a coluna de fogo à noite, para mostrar-lhes a luz, e o caminho no qual deveriam seguir.

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20 Deste também o teu bom espírito para instruí-los, e não retiraste o teu maná da sua boca, e deste-lhes água para a sua sede.

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21 Sim, quarenta anos os sustentaste no deserto, de modo que nada lhes faltou; as suas roupas não se envelheceram, e os seus pés não incharam.

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22 Além disso, entregaste a eles reinos e nações, e dividiste-os em cantos; assim possuíram a terra de Seom, e a terra do rei de Hesbom, e a terra de Ogue, rei de Basã.

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23 Também multiplicaste os seus filhos como as estrelas do céu, e os trouxeste para dentro da terra, acerca da qual havias prometido aos seus pais, para que pudesse entrar para possuí-la.

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24 Assim, entraram os filhos e possuíram a terra, e tu subjugaste diante deles os habitantes da terra, os cananeus, e lhes entregaste nas suas mãos, com os seus reis, e o povo da terra, para que eles pudessem fazer deles como quisessem.

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25 E eles tomaram cidades fortes, e uma terra gorda, e possuíram casas cheias de todos os bens, poços cavados, vinhedos, e olivais, e árvores frutíferas em abundância; assim, comeram e se fartaram, e engordaram, e se deleitaram na tua grande bondade.

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26 Todavia, eles foram desobedientes, e se rebelaram contra ti, e lançaram as suas leis para trás das suas costas, e mataram os teus profetas que testificavam contra eles para convertê-los a ti, e cometeram grandes provocações.

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27 Por isso, tu os entregaste na mão dos seus inimigos, que os atormentaram; e no tempo da sua tribulação, quando eles clamaram a ti, tu os ouviste do céu; e de acordo com as tuas múltiplas misericórdias deste a eles libertadores, que os salvaram da mão dos seus inimigos.

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28 Porém, tendo alcançado repouso, fizeram o mal novamente diante de ti; portanto tu os deixaste na mão dos seus inimigos, de modo que tiveram o domínio sobre eles; todavia, quando eles retornaram, e clamaram a ti, tu os ouviste do céu; e muitas vezes tu os livraste, segundo as tuas misericórdias; 29 e testificaste contra eles, para os fazerdes voltar para a tua lei; contudo, eles agiram soberbamente, e não atentaram aos teus mandamentos, mas pecaram contra os teus juízos (pelos quais, se um homem praticar, viverá por eles); e encolheram os ombros, e endureceram o pescoço, e não quiseram ouvir.

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30 Todavia, muitos anos tu os aturaste, e testificaste contra eles pelo teu espírito nos teus profetas; contudo eles não quiseram dar ouvidos; por isso tu os destes nas mãos dos povos das terras.

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31 Contudo, por causa das tuas grandes misericórdias tu não lhes consumiste por completo, tampouco lhes abandonastes; porque tu és um Deus gracioso e misericordioso.

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32 Agora, portanto, Deus nosso, o grande, o poderoso, e o terrível Deus, que guardas o pacto e a misericórdia, não permitas que toda a tribulação pareça pouca diante de ti, que veio sobre nós, sobre os nossos reis, sobre os nossos príncipes, e sobre os nossos sacerdotes, e sobre os nossos profetas, e sobre os nossos pais, e sobre todo o teu povo, desde o tempo dos reis da Assíria até este dia.

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33 Não obstante, tu és justo em tudo que tem vindo sobre nós, pois tu tens agido retamente, mas nós temos agido iniquamente; 34 tampouco têm os nossos reis, os nossos príncipes, os nossos sacerdotes, nem os nossos pais guardado a tua lei, nem atentado aos teus mandamentos e aos teus testemunhos, com os quais testificaste contra eles.

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35 Porquanto eles não têm te servido no seu reino, e na tua grande bondade que tu lhes deste, e na vasta e gorda terra que lhes deste, tampouco se desviaram das suas obras iníquas.

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36 Eis que somos servos neste dia, e quanto à terra que deste aos nossos pais para dela comer o seu fruto e o seu bem, eis que somos nela servos; 37 e ela produz muito incremento aos reis que puseste sobre nós por causa dos nossos pecados; além disso, eles têm domínio sobre os nossos corpos, e sobre o nosso gado, como lhes apraz, e nós estamos em grande aflição.

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38 E por causa de tudo isso fazemos um firme pacto e o escrevemos; e os nossos príncipes, levitas, e sacerdotes o selam.

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