3 Em poucotempo, Danielmostrouqueeramaiscapazquetodos os outrosministros e governadores. Eleeramaisinteligente e sábio, porisso o reipensava em tornarDaniel o primeiro-ministro.
4Comisso, os outrosministros e governadoresficaramcheios de inveja. Começaram a procuraralgumacoisa do queacusarDaniel, um roubo ou desonestidade, masnãoacharamnada. Danieleramuitofiel e honesto no seutrabalho. Nãopuderamacharnelefaltaalguma, poiseleerafiel; ninguémpodiaacusá-lo diante do rei.
7Nós, os ministros, governadores, conselheiros e oficiais, decidimosunanimementesugerirque o senhorcrieumaleiquenãopossasermudada de jeitoalgum. Essaleidizque, durantetrintadias, qualquerpessoaquefizer um pedido ao seudeus, ou a outrohomem, fora o senhor, ó rei, serájogada na covadosleões.
8Agora, ó rei, nóspedimosque o senhorassineessalei, paraqueelanãopossasermudada, conforme a leidosmedos e persas. As leisassinadaspelosreisnuncapodemserrevogadas”.
10MasDaniel, apesar de saberque o reihaviaassinado a lei, foiparacasa e, como de costume, se ajoelhouparaorar, no seuquarto. Essequartoficava no segundoandar, com as janelasabertas na direção de Jerusalém. Ali, Danieloravaajoelhado, trêsvezespordia, dandograças ao seuDeus.
12Correram de volta ao palácio e disseram ao rei: “Majestade, o senhornãoassinouumaleiqueproíbequalquerpedido a qualquerdeus ou homem — a nãoser ao rei — durantetrintadias? E quemdesobedecesse a essaleiseriajogado na covadosleões?” “Sim”, respondeu o rei. “É umaleiquenãopodesermudada, assinadapelorei da Média e da Pérsia”.
13Entãoelesdisseram ao rei: “Daniel, esseexiladojudeu, nãoestádando a menorimportância à lei, nem ao senhor, ó rei. Elecontinuaorando ao Deusdele, trêsvezespordia”.
14Quando o reiouviuisso, ficoumuitocontrariadoconsigomesmoporterassinado a tallei e decidiufazertodo o possívelparasalvarDaniel. Porisso, passou o resto do diatentandoencontrarumamaneira de salvarDaniel.
16Afinal, o reiassinou a ordemparaprenderemDaniel, que, assim, foilevadoaté a covadosleões. Lá, o reidisse a Daniel: “Eu esperoque o seuDeus, a quemvocêserve e adoracontinuamente, o salvedosleões”. EntãoDanielfoijogado na cova.
18Depoisdisso, o reivoltou ao palácio. Perdeu o apetite e foideitarsemcomer. Nãoquis se divertirouvindomúsica, como de costume; perdeu o sono e ficouacordadotoda a noite.
19Bemcedinho, o rei se levantou e correu à covadosleões20 e, quando ia se aproximando da cova, cheio de tristeza, gritou: “Daniel, servo do DeusVivo, seráque o seuDeus, a quemvocêadora, foicapaz de salvá-lo dosleões?”
22 “O meuDeusmandou o seuanjoparafechar as bocasdosleões. Elesnão me tocaram! Issoporque eu souinocentediante de Deus e do senhor, ó rei; eu nãocometicrimealgum”.
23 O reificoumuitoalegre! MandouquetirassemDaniel da cova. Quando o tiraram da cova, viramquenãohavia o menorarranhãonele, porqueeletinhaconfiado no seuDeus.
24Então o reiDariodeuumanovaordem, paratrazerem os homensquecommaldadehaviamacusadoDaniel. Eles e suasfamíliasforamjogados na covadosleões. Antesquechegassem ao fundo da cova, os leões os atacaram e os despedaçaram.
26 “Eu decretoquetodos, em todo o meureino, temam e respeitem o Deus de Daniel. “Poisele é o Deusvivo, o Deusquenuncamuda. O seureinonuncaserádestruído e o seupodernuncaacabará.
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