5 Em dadomomento, enquanto um delesestavacortando um tronco, o ferro do machadoescapou, caiu na água e afundou. “Meusenhor, o quefaçoagora?”, gritou o jovem. “O machadoeraemprestado!”
6 “Ondeelecaiu?”, perguntou o homem de Deus. Mostraram-lhe o lugar. EntãoEliseucortouumavara e a jogou na água, no lugaronde o machadohaviaafundado. E o ferroveio à superfície da água!
10 O rei de Israelmandousoldadosparainvestigar se realmente as tropas do rei da Síriaestavam no lugarque o homem de Deushaviaindicado. E viramqueeraverdade. Comissoeles se livraram de umaderrota. E issoaconteceudiversasvezes.
11 O rei da Síriaficouenfurecido e convocouseusconselheiros e perguntou: “Como é que o exército de Israeldescobre o lugar do nossoacampamento? Qual de vocês é o traidor? Quemesteveinformando o rei de Israelsobre os meusplanos?”
12 “Nãosomosnós, senhor!”, respondeu um dosoficiais. Eliseu, o profeta de Israel, é quemdescobre os seusplanos e contatudo ao rei de Israel, até as palavrasditas em segredo no seuquarto!”
15Quando o servo do homem de Deus se levantoubemcedo, pelamanhã, viuqueestavamcercadospelastropas, carros e cavalos. “Ai, meusenhor! O quefaremosagora?”, exclamou o servo a Eliseu.
17EntãoEliseuorou: “Ó SENHOR! Abra os olhos do meuajudanteparaqueeleveja!” E Deusabriu os olhos do jovem, e eleviu as colinascobertas de cavalos e carros de fogo ao redor de Eliseu!
18Enquanto os soldadossíriosavançavamcontra a cidade, Eliseuorou ao SENHOR: “Façacomqueesseshomensfiquemcegos!” Deus, o SENHOR, respondeu à oração de Eliseu e fezcomque os síriosficassemcegos.
19EntãoEliseufoi ao encontrodossoldadosinimigos e lhesdisse: “Prestematenção! Vocêstomaram o caminhoerrado; e nem é esta a cidadequevocêsprocuram. Venhamcomigo e eu levareivocês ao homemqueestãoprocurando”. E Eliseuguiou as tropasinimigasaté a cidade de Samaria!
20Assimquechegaram a Samaria, Eliseuorou: “Ó SENHOR, abraagora os olhos de todos os soldadosinimigosparaqueelespossamver”. Então o SENHORabriu os olhos de todos, e elesdescobriramqueestavam na cidade de Samaria, a capital de Israel!
22 “De maneiraalguma”, respondeuEliseu. “Poracaso é costumematarprisioneiros de guerracom a espada e o arco? Pelocontrário, ofereça a elesalimentoparamatar a fome e águaparamatar a sededeles; depois, deixequeelesvoltempara o seusenhor”.
23Então o reiofereceuaossoldados um grandebanquete. Terminandoeles de comer e beber, despediutodospara as suasterras, para o seurei. Assim as tropassíriaspartiram e nãovoltarammais a invadir a terra de Israel.
25Comisso, houveumagrandemiséria na cidade, e o povocomeçou a passarfome. Tudoficoumuitocaro, especialmente a comida. Vendiam a cabeça de um jumentoporoitentapeças de prata; até o esterco de pombosvaliacincopeças de prata!
28Porém, eleperguntou: “Porquevocêestápedindosocorro?” Elarespondeu: “Estamulher me disse: ‘Vamosmatar e comer o seufilhohoje, e amanhãcomeremos o seu’.
30Quando o reiouviu as palavras da mulher, ficouhorrorizado e rasgou as suasroupas em sinal de tristeza. O povoqueobservavaessacenanotouque o rei, debaixodasvestesrasgadas, usavaumaroupafeita de pano de sacogrosseirosobre a pele.
32Eliseuestavasentado em suacasa, reunidocom os homensmaisvelhos de Israel, quando o reimandou um mensageirochamá-lo. Antes, porém, de o mensageirochegar, Eliseudisseaoshomens: “Aqueleassassinoestámandando um homemparacortar a minhacabeça. Quando o mensageirochegar, fechem a porta e o deixem do lado de fora, pois o seusenhorcertamentevirálogoatrásdele”.
33EnquantoEliseuaindafalava, o mensageirochegouseguidopelorei. E o reidisse: “O SENHORcausoutodoestemal. Como, pois, devoesperaraindaauxílio da parte do SENHOR?”
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