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Salmos Cap. 51

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Capítulo 51

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Salmos

Versão: KJA
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1 Tem piedade de mim, ó Deus, segundo a tua misericórdia; conforme a tua grande clemência, apaga minhas transgressões!

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2 Lava-me de toda a minha culpa e purifica-me do meu pecado.

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3 Pois no meu íntimo reconheço as minhas transgressões, e trago sempre presente o horror do meu pecado.

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4 Pequei contra ti, contra ti somente, e pratiquei o mal que tanto reprovas. Portanto, justa é a tua sentença, e incontestável, ao julgar-me condenado.
5 Reconheço que sou pecador desde o meu nascimento. Sim, desde que me concebeu minha mãe.

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6 Sei que tu queres estabelecer a verdade no meu interior; e no meu coração ministras a tua sabedoria.

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7 Portanto, purifica-me com hissopo e ficarei limpo; lava-me, e mais branco do que a neve serei.

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8 Faze-me voltar a ouvir júbilo e alegria, e os ossos que esmagaste exultarão.

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9 Esconde o rosto do meu pecado e apaga todas as minhas iniquidades.

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10 Ó Deus meu! Cria em mim um coração puro, e renova dentro de mim um espírito inabalável.

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11 Não me afastes da tua presença, nem tires de mim teu Santo Espírito!

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12 Restitui-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito disposto a obedecer.
Versículo 12
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Diego Vieira Dias há 4 semanas

5. Sola Gratia: O Poder Transformador da Graça: Da Fraqueza Humana à Justificação Divina (2 Co 12:9-10; Lc 15; Rm 3:21-26)

Pecado e Iniquidade: Compreendendo a Condição Humana

Para compreender a profundidade da graça, é necessário primeiro entender a real condição humana. Frequentemente, a filosofia moderna tenta elevar o homem através da razão. René Descartes, no século XVII, cunhou a célebre frase: "Penso, logo existo" (Cogito, ergo sum). No entanto, séculos antes, Agostinho de Hipona ofereceu uma perspectiva teológica mais realista sobre a natureza humana, que poderia ser traduzida como: "Peco, logo existo".

Esta visão agostiniana não visa humilhar o homem, mas situá-lo em sua realidade. O pecado revela a limitação da criatura, alguém que tem início e fim, em contraste com a eternidade de Deus. Enquanto o homem "existe" em sua finitude e falibilidade, Deus "é" — o "Eu Sou", o Pai da Eternidade, que transcende o tempo e a falha.

Dentro dessa análise da condição humana, é crucial distinguir dois conceitos que muitas vezes são tratados como sinônimos, mas que possuem pesos diferentes nas Escrituras: pecado e iniquidade. O Salmo 51, escrito por Davi após seu adultério com Bate-Seba e a trama contra Urias, traz essa distinção clara:

"Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado." (Salmos 51:2)

O pecado (hamartia no grego) pode ser definido como "errar o alvo". É a porta de entrada, o ato falho, o erro cometido. Já a iniquidade é o aprofundamento desse estado. Utilizando uma analogia prática: se o pecado é a porta pela qual se entra, a iniquidade é a piscina na qual se mergulha.

A iniquidade ocorre quando o pecado se institucionaliza na vida do indivíduo. É o estado em que o senso de moralidade baixa, a consciência se cauteriza e o erro passa a ser visto como normal. É quando o indivíduo não apenas erra, mas convive com o erro sem incômodo, achando-se "limpo" mesmo estando espiritualmente comprometido. A iniquidade é o hábito, a prática contínua e a justificação interna do mal.

O perigo da iniquidade é ilustrado de forma contundente em 2 Pedro:

"Com eles aconteceu o que diz certo provérbio muito verdadeiro: 'O cão volta ao seu próprio vômito', e: 'A porca lavada volta a rolar na lama'." (2 Pedro 2:22)

Esta passagem descreve a tragédia daquele que não experimenta uma transformação de natureza.

  • O cão e o vômito: O Evangelho tem o poder de fazer o homem expelir o pecado (o vômito). O problema reside quando, após o alívio, o indivíduo retorna para consumir novamente aquilo que o fazia mal. Isso é iniquidade: o retorno consciente ao que contamina.
  • A porca lavada: É possível lavar uma porca, perfumá-la e enfeitá-la. Porém, se a sua natureza não for alterada e se ela for solta, seu instinto a levará de volta para a lama.

A lição central é que rituais externos ou aparências de piedade (o "banho") não são suficientes se não houver uma mudança de "endereço espiritual". A graça não apenas limpa a sujeira momentânea, mas convida o ser humano a sair do "chiqueiro" e habitar nos "pastos verdejantes" (Salmo 23), mudando sua natureza e seus apetites. O arrependimento genuíno, portanto, não é medido pelo que se faz durante o culto, mas pelo comportamento e escolhas após ele.

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13 Então ensinarei os teus caminhos aos transgressores, para que os pecadores se voltem também para ti.

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14 Salva-me do pecado de sangue derramado, ó Eterno, Deus da minha salvação, para que minha língua seja livre para cantar exaltando a tua justiça.

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15 Ó Senhor, dá palavras corretas aos meus lábios, para que a minha boca possa proclamar o teu louvor.

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16 Não te deleitas em sacrifícios nem te comprazes em oferendas, pois se assim fosse, eu os ofereceria.

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17 O verdadeiro e aceitável sacrifício ao Eterno é o coração contrito; um coração quebrantado e arrependido jamais será desprezado por Deus!

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18 Que te regozijes em abençoar a Sião e edificar as muralhas de Jerusalém.

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19 Então te agradarás dos sacrifícios sinceros, das ofertas queimadas e dos holocaustos; e novilhos serão oferecidos sobre o teu altar.

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