1Naamã, o comandante do exército da Síria, eramuitorespeitado e estimadopelorei do seupaísporque, pormeio de Naamã, o SENHORDeustinhadado a vitória ao exércitodossírios. Eleera um soldadovalente, massofria de umaterríveldoença da pele.
5 E o reiordenou: — Vá falarcom o rei de Israel e entregueestacarta a ele. EntãoNaamãsaiu, levandounstrezentos e cinquentaquilos de prata, e unssetentaquilos de ouro, e dezmudas de roupasfinas.
7Quando o rei de Israelleu a carta, rasgou as suasroupas em sinal de medo e exclamou: — Como é que o rei da Síriaquerque eu cureestehomem? Seráqueelepensaque eu souDeus e quetenho o poder de dar a vida e de tirá-la? Eleestáquerendobriga!
8 O profetaEliseusoube do quehaviaacontecido e mandoudizer ao rei: — Porque o senhorestátãopreocupado? Mandequeessehomemvenhafalarcomigo, e eu mostrarei a eleque há um profeta em Israel!
11MasNaamãficoumuitozangado e disse: — Eu pensavaquepelomenos o profeta ia sair e falarcomigo e queoraria ao SENHOR, seuDeus, e quepassaria a mãosobre o lugardoente e me curaria!
12Alémdisso, poracaso, os riosAbana e Farpar, em Damasco, nãosãomelhores do quequalquerrio da terra de Israel? Seráque eu nãopoderia me lavarneles e ficarcurado? E foiemboramuitobravo.
13Então os seusempregadosforamaté o lugarondeeleestava e disseram: — Se o profetamandasse o senhorfazeralgumacoisadifícil, poracaso, o senhornãofaria? Porque é que o senhornãopode ir se lavar, comoeledisse, e ficarcurado?
14EntãoNaamãdesceuaté o rioJordão e mergulhousetevezes, comoEliseutinhadito. E ficoucompletamentecurado. A suacarneficoufirme e sadiacomo a de umacriança.
15Depoiselevoltoucomtodos os seushomensaté o lugarondeEliseuestava e disse: — Agora eu seique no mundointeironãoexistenenhumdeus, a nãoser o Deus de Israel. Aceite um presentemeu, porfavor.
17 Aí Naamãdisse: — Já que o senhornãoqueraceitar o meupresente, entãodeixeque eu leveparacasaduasmulascarregadas de terra , pois de agora em diante eu nãovouoferecersacrifícios e ofertasquesãocompletamentequeimadas a nenhumdeus, a nãoser a Deus, o SENHOR.
18Mas eu gostariaqueele me perdoasseumacoisa, que é a seguinte: quando eu tiver de acompanhar o meurei ao templo de Rimom, o deus da Síria, paraaliadorar, eu vouter de adorá-lo também. Que o SENHORDeus me perdoeporisso!
19Eliseudisse: — Adeus! Boaviagem! QuandoNaamã já estava um poucolonge,20Geazi, o empregado de Eliseu, começou a pensar: — O meupatrãodeixouqueNaamãfosseemborasempagarnada. Eledeviateraceitado o que o sírioestavaoferecendo. JuropeloSENHOR, o Deusvivo, quevoucorreratrásdele e receberalgumacoisa!
22 — Não! — respondeuGeazi. — Mas o meupatrãomandoudizerqueagoramesmochegaramdoismembros de um grupo de profetas da regiãomontanhosa de Efraim. Entãoelegostariaque o senhordesse a eleunstrintaquilos de prata e duasmudas de roupasfinas.
23Naamãdisse: — Porfavor, levesessentaquilos de prata. E insistiucomele. Entãopôs a prata em doissacos, entregou a prata e as duasmudas de roupasfinas a doisdosseusempregados e mandouqueelesfossem na frente de Geazi.
24Quandoeleschegaram ao morroondeEliseumorava, Geazipegou os doissacos e carregou-os paradentro de casa. Depoismandouembora os empregados de Naamã,25entrou em casa de novo e foifalarcomEliseu. Esteperguntou: — Onde é quevocêfoi? — Eu nãofui a lugarnenhum! — respondeuGeazi.
26MasEliseudisse: — O meuespíritoestavacomvocêquandoaquelehomemdesceu do carroparafalarcomvocê. Estanãoeraocasiãoparavocêaceitardinheiro e roupas, plantações de oliveiras e de uvas, ovelhas e gado ou empregados e empregadas.
27Portanto, a doença de Naamãvaipegar em você, e os seusdescendentes a terãoparasempre. QuandosaiudaliGeazitinhapegado a doença, e a suapeleestavabrancacomo a neve.
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