1Depoisdisso, Josédeuordem ao encarregado de suacasa, dizendo: Enche de mantimento as bagagensdoshomens, tantoquantopuderemlevar, e põe a prata de cada um na boca da bagagemdeles.
4Quandoeles já haviamsaído da cidade, semterem se distanciadomuito, Josédisse ao seuencarregado: Levanta-te e persegue os homens; quandoalcançá-los, dize-lhes: Porquepagastes o bemcom o mal?
16Judárespondeu: Quediremos a meusenhor? Quefalaremos? Comonosjustificaremos? Deusdescobriu a maldade de teusservos; seremosescravos de meusenhor, tantonóscomoaquele na mão de quem a taçafoiachada.
18EntãoJudáaproximou-se dele e disse: Meusenhor, peço-te quedeixes o teuservodizerumapalavra ao meusenhor; e que a tuairanão se acendacontra o teuservo, porque tu és como o faraó.
20Respondemos a meusenhor: Temospai, já idoso, e há um filho da suavelhice, um meninopequeno, cujoirmãoestámorto; ele é o únicoqueficou de suamãe, e seupai o ama.
22 E quandorespondemos a meusenhor: O meninonãopodedeixar o pai, poisestemorreria se ele o deixasse,23 tu respondeste a teusservos: Se vossoirmãomaisnovonãodescerconvosco, nuncamaisvereis a minhaface.
25 E nossopaidisse: Retornai, comprai-nos um pouco de mantimento;26masnóslherespondemos: Nãopodemosdescer. Mas, se nossoirmãomaisnovoforconosco, desceremos; pois se nossoirmãomaisnovonãoestiverconosconãopoderemosver a face do homem.
27Entãomeupai, teuservo, nosdisse: Sabeisqueminhamulher me deudoisfilhos;28 um saiu de minhacasa e eu disse: Certamentefoidespedaçado, e nuncamais o vi;29 se também me tirardeseste e lheaconteceralgumdesastre, fareis os meuscabelosbrancosdescercomtristeza ao túmulo.
30Portanto, se eu voltar a meupai, teuservo, semlevarconosco o menino, porquesuaalmaestáligada à dele,31aconteceráqueelemorreráquandovirque o meninonãovoltou; teusservosfarão os cabelosbrancos de nossopai, teuservo, descercomtristeza ao túmulo.
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