8 De manhã, com o espíritoconturbado, o Faraómandouchamartodos os magos e todos os sábios do Egito e lhescontou os sonhosquetiveraduranteaquelanoitepassada, masninguémconseguiudar ao Faraóumaexplicaçãoconvincente.
12Poisbem, haviaaliconosco um jovemhebreu, um escravo do capitão da guarda. Contamos a elenossossonhos, e elenosrevelou os seussignificados, proporcionando a cada um de nós a interpretaçãoexata do seuprópriosonho.
14Assimqueouviuisso, o FaraómandouchamarJosé, quefoitrazido às pressas da prisãoondeestava. Depois de se barbear e trocar de roupa, apresentou-se perante o Faraó.
15Então o Faraódirigiu a palavra a José e declarou: “Eu tivesonhosqueninguémconsegueinterpretar. Entretanto, ouvidizer de ti quequandoouvesqualquersonhopodesdecifrá-lo”.
19 No entanto, eisqueoutrassetevacasemergiramlogodepoisdelas, exaustas, de aparênciafeia e malalimentadas: jamais vi animaistãodebilitados em toda a terra do Egito.
21Mesmodepoisque as devoraram, nãodemonstravamqualquerbenefício em tê-lasdevorado, porquantosuaaparênciacontinuavatãoextenuada e feiaquanto no início. Entãoacordei.
25Então, Joséexplicou ao rei: “Em verdade o Faraóteve um únicosonho, poisambostêm o mesmosentido: Deusanunciou ao Faraó o queElevairealizarproximamente.
27 As setevacasfeias e magrasquesobem em seguidasimbolizamseteanos e também as seteespigasmirradas e queimadaspelosol e o ventooriental: é quehaveráseteanos de fome.
35Elesdeverãoreunirtodos os víveresquepuderemdessesbonsanosquevirão e acumularestoques de trigoque, sob o controle do Faraó, serãoarmazenadosnascidades.
36Esseestoqueservirá de reservaespecialpara os seteanos de fomeque se abaterãosobre o Egito, a fim de que a terranãosejaaniquilada e o povonãomorra de fome!”
42 E o Faraótirou do dedoseuanel-selo e o colocou no dedo de José. Mandouque o vestissemcomlinhofino e colocouumacorrente de ourofino em volta de seupescoço.
43Também o convidou a subir em suasegundacarruagemreal, tendo à frente os arautos do impérioqueiambradando: “Abrek, Inclinai-vos!” AssimJoséfoiempossado no comando de toda a terra do Egito.
45 E o Faraóimpôs a José o nome de Zafenate-Paneia e lhedeupormulherAzenate, filha de Potífera, sacerdote de Om, cidade do sol. DepoisJosésaiu a inspecionartoda a terra do Egito.
47Durante os seteanos de abundância, a terraproduziucopiosamente,48 e elereuniutodos os víveres e o trigoexcedentedosseteanos em quehouvegrandefarturasobre a terra do Egito e depositou-os nosarmazénsconstruídos em todas as cidadesegípcias. Em cadacidadeelearmazenava os cereaiscolhidosnaslavourasdasredondezas.
49FoidessamaneiraqueJoséestocoutantomantimento, quedesistiu de ficarpesando e contabilizando as cifras; as quantidadesiamalém de todamedida: parecia a areiadaspraias do mar.
55Contudo, quando os egípciostambémcomeçaram a passarfome, foramreclamaralimentoscom o rei. Entãolhesordenou o Faraó: “Ide a José e fazeitudoquantoelevosdisser!”
56Nessemomento a fome já assolavatodas as terras. EntãoJosémandouque se abrissemtodos os armazéns de trigo, e começou a vendermantimentosaosegípcios. Agravou-se aindamais a fome na terra do Egito.
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