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Malaquias Cap. 3

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Capítulo 3

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Malaquias

Versão: Nova Almeida Atualizada
Progresso de leitura 0/18 versículos
1Eis que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim. De repente, o Senhor, a quem vocês buscam, virá ao seu templo; e o mensageiro da aliança, a quem vocês desejam, eis que ele vem, diz o SENHOR dos Exércitos.

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2 Mas quem poderá suportar o dia da sua vinda? E quem poderá subsistir quando ele aparecer? Porque ele é como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros.

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3 Ele se assentará como derretedor e purificador de prata. Purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata. E eles trarão ao SENHOR as ofertas justas.

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4 Então a oferta de Judá e de Jerusalém será agradável ao SENHOR, como nos dias da antiguidade e como nos primeiros anos.

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5Virei até vocês para juízo. Terei pressa em testemunhar contra os feiticeiros, contra os adúlteros, contra os que juram falsamente, contra os que oprimem os trabalhadores, as viúvas e os órfãos, torcem o direito dos estrangeiros, e não me temem, diz o SENHOR dos Exércitos.

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6Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso, vocês, filhos de Jacó, não foram destruídos.

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7 Desde os dias dos seus pais, vocês se afastaram dos meus estatutos e não os guardaram. Voltem para mim, e eu voltarei para vocês, diz o SENHOR dos Exércitos. Mas vocês perguntam: “Como havemos de voltar?”

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8 Será que alguém pode roubar a Deus? Mas vocês estão me roubando e ainda perguntam: “Em que te roubamos?” Nos dízimos e nas ofertas.

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9 Com maldição vocês são amaldiçoados, porque estão me roubando, vocês, a nação toda.

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10 Tragam todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa. Ponham-me à prova nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não lhes abrir as janelas do céu e não derramar sobre vocês bênção sem medida.
Versículo 10
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Diego Vieira Dias em 17/01/2026

23. Dízimo e Graça: Da Obrigação Legal à Liberdade de Contribuir (Gn. 14:20; Ml. 3:8-10; 2 Co. 9:7)

As Origens do Dízimo e a Institucionalização na Lei Mosaica

O conceito de dízimo — a entrega da décima parte dos rendimentos ou colheitas — é um tema recorrente nas Escrituras Sagradas, aparecendo cerca de 39 vezes, com a vasta maioria dessas menções localizadas no Antigo Testamento. Para compreender a profundidade teológica e histórica desta prática, é necessário observar sua evolução desde os patriarcas até a consolidação da Lei Mosaica.

Historicamente, a primeira menção significativa ocorre antes mesmo da existência da Lei escrita, na narrativa de Abraão. Após retornar vitorioso de uma batalha para resgatar seu sobrinho Ló, Abraão encontra Melquisedeque, descrito como "sacerdote do Deus Altíssimo". Num gesto espontâneo de reconhecimento e gratidão, sem a coerção de um mandamento formal, Abraão entrega o dízimo de tudo o que havia conquistado.

"E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo." Gn. 14:20

Posteriormente, vemos a prática surgir com seu neto, Jacó. Em um momento de fuga e incerteza, Jacó erige uma coluna e faz um voto a Deus. Sua promessa, contudo, carrega um tom de condicionalidade: ele se compromete a entregar o dízimo caso o Senhor o protegesse, o alimentasse e garantisse seu retorno seguro.

Com o advento da era Mosaica, o cenário muda. O que antes era um ato voluntário ou um voto pessoal, torna-se uma instituição legal e obrigatória para a nação de Israel. O livro de Levítico detalha minuciosamente as leis de ofertas e sacrifícios — sejam para perdão de pecados voluntários ou involuntários, ofertas de cereais ou libações. Nesse contexto, o dízimo assume um papel social e religioso fundamental: a manutenção da tribo de Levi.

Como os levitas foram separados para o serviço sagrado e não receberam herança de terras como as outras tribos, o dízimo funcionava como o sustento do ofício sacerdotal e a garantia do funcionamento do Tabernáculo (e posteriormente, do Templo). O Templo não era apenas um prédio, mas o centro da vida comunitária e espiritual, o local onde a Arca da Aliança repousava e onde a presença de Deus se manifestava.

"Também todos os dízimos da terra, quer dos cereais, quer do fruto das árvores, pertencem ao Senhor; santos são ao Senhor." Lv. 27:30

No encerramento do Antigo Testamento, o profeta Malaquias traz uma das passagens mais citadas sobre o tema. O texto apresenta uma severa repreensão divina, não apenas ao povo que deixava de contribuir, mas também à liderança sacerdotal que administrava mal os recursos sagrados. A negligência na entrega dos dízimos era vista como um abandono da casa de Deus, comprometendo a adoração e o sustento daqueles que serviam no altar.

"Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes." Ml. 3:10

Portanto, no contexto da Antiga Aliança, o dízimo oscilava entre a gratidão patriarcal e a obrigação legal, servindo como pilar estrutural para a adoração corporativa de Israel.

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11 Por causa de vocês, repreenderei o devorador, para que não consuma os produtos da terra, e não deixarei que as suas videiras nos campos fiquem sem frutos, diz o SENHOR dos Exércitos.

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12 Todas as nações dirão que vocês são felizes, porque vocês serão uma terra de delícias, diz o SENHOR dos Exércitos.

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13Vocês disseram palavras duras contra mim, diz o SENHOR, e ainda perguntam: “O que falamos contra ti?”

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14 Vocês dizem: “É inútil servir a Deus. De que nos adianta guardar os seus preceitos e andar de luto diante do SENHOR dos Exércitos?

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15 Agora, pois, nós vamos dizer que os soberbos é que são felizes. Também os que praticam o mal prosperam; sim, eles tentam o SENHOR e escapam.”

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16 Então os que temiam o SENHOR falavam uns aos outros. O SENHOR escutou com atenção o que diziam. Havia um memorial escrito diante dele para os que temem o SENHOR e para os que se lembram do seu nome.

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17Eles serão a minha propriedade peculiar, naquele dia que prepararei, diz o SENHOR dos Exércitos. Eu os pouparei como um homem poupa seu filho que o serve.

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18 Então vocês verão mais uma vez a diferença entre o justo e o ímpio, entre o que serve a Deus e o que não o serve.

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