3 E disse-me: Filho do homem, fazcomque a tuabarrigacoma, e enche as tuasentranhasdesteroloque eu te dou. Então eu o comi, e era na minhabocacomo o melpara a doçura.
5Porque tu não és enviado a um povo de estranhafala ou de línguadifícil, mas à casa de Israel;6nem a muitaspessoas de falaestranha e de duralínguagem, cujaspalavrasnãopossasentender. Certamente, se eu te tivesseenviado a eles, teriam te ouvido.
15Então, eu vimatéaqueles do cativeiro em Tel-Abibe, quehabitavamjunto ao rioQuebar, e eu me assenteiondeeles se sentavam; e permaneci lá atônitoentreeles, porsetedias.
16 E sucedeu, ao fim de setedias, que a palavra do Senhorveio a mim, dizendo:17Filho do homem: Eu te fizvigiasobre a casa de Israel; portanto, ouve a palavra da minhaboca, e dê-lhes o meuaviso.
18Quando eu disser ao perverso: Tu certamentemorrerás; e tu não o avisares, nemfalaresparaadvertir o perversoacerca do seucaminhoperverso, parasalvar a suavida, estehomemperversomorrerá na suainiquidade, mas o seusangue, eu exigirei da tuamão.
19Aindaassim, se avisares ao perverso, e elenão se afastar da suaperversidade, e do seumaucaminho, elemorrerá na suainiquidade, mas tu livraste a tuaalma.
20Novamente, quando um homemjusto se afastar da suajustiça, e cometer a iniquidade, e eu puserumapedra de tropeçodiantedele, elemorrerá; porque tu não o avisaste, elemorrerá no seupecado; e suasjustiças, queeletiverpraticado, nãoserãolembradas, mas o seusangue, eu o requererei da tuamão.
23Então, levantei-me, e fuiadianteparadentro da planície, e eisque a glória do Senhorestavaali, como a glóriaque eu vi junto ao rioQuebar; e caísobre a minhaface.
27Mas, quando eu falarcontigo, abrirei a tuaboca, e tu lhesdirás: Assimdiz o SenhorDeus: Aquelequeouvir, queouça, e aquelequedeixar de ouvir, quedeixe; porqueelessãoumacasarebelde.
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