4Entãoserásabatida, falarás de debaixo da terra, e a tuavozsairáfraca do chão; a tuavozdebaixo da terraserácomo a de um espírito, como um assobiodesde o pó.
7 A multidão de todas as naçõesquelutarãocontraArielserácomo o sonho, umavisão da noite; sim, a multidão de todos os quelutaremcontraela e contra a suafortaleza, e a puserem em aperto.
8Serátambémcomo o famintoquesonhaqueestácomendo, mas, ao acordar, percebeestarvazio; ou como o sedentoquesonhaqueestábebendo, mas, ao acordar, encontra-se enfraquecido e aindacomsede; assimserá a multidão de todas as naçõesquelutaremcontra o monteSião.
13Porisso o Senhordisse: Estepovo se aproxima de mim e me honracom os lábios e com a boca, mas o coraçãodelesestálonge de mim; o seutemorparacomigoconsiste em mandamentos de homens, aprendidos de formamecânica.
14Portanto, continuarei a fazerumaobramaravilhosacomestepovo, umaobramaisquemaravilhosa; a sabedoriadosseussábioscessará, e a períciadosseusperitos se esconderá.
16Comosoisperversos! Poracaso o oleiro é como o barroparaque a obradigaacerca do artífice: Elenão me fez; e o vasoformadodiga de quem o formou: Elenãotementendimento?
20Porque o opressor é reduzido a nada, e o zombador já nãoexiste, e todos os que se entregam ao malserãoeliminados;21 os quecondenamalguémporumapalavra, os quepõemarmadilha ao defensor no tribunal e os quenegam o direito do justosemmotivo.
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