2Eisque o Senhortem um valente e poderoso; comotempestade de saraiva, tormentadestruidora, comotempestade de impetuosaságuasquetransbordam, ele a derrubaráviolentamenteporterra.
3 A vaidosacoroadosbêbedos de Efraimserápisadaaospés;4 e a flormurchada do seugloriosoornamento, queestásobre a cabeça do fértilvale, serácomofigoqueamadureceantes do verão, que, vendo-o alguém, e maltomando-o na mão, o engole.
5Naqueledia o Senhordosexércitosseráporcoroa de glória e diadema de formosurapara o restante de seupovo;6 e porespírito de juízopara o que se assenta a julgar, e porfortalezapara os quefazemrecuar a pelejaaté a porta.
7Mastambémestescambaleiamporcausa do vinho, e com a bebidaforte se desencaminham; até o sacerdote e o profetacambaleiamporcausa da bebidaforte, estãotontos do vinho, desencaminham-se porcausa da bebidaforte; erram na visão, e tropeçam no juizo.
11 Na verdadeporlábiosestranhos e poroutralínguafalará a estepovo;12 ao qualdisse: Este é o descanso, daidescanso ao cansado; e este é o refrigério; masnãoquiseramouvir.
13Assimpois a palavra do Senhorlhesserápreceitosobrepreceito, preceitosobrepreceito; regrasobreregra, regrasobreregra; um poucoaqui, um poucoali; paraquevão, e caiamparatrás, e fiquemquebrantados, enlaçados, e presos.
15Porquantodizeis: Fizemospactocom a morte, e com o Seolfizemosaliança; quandopassar o flagelotrasbordante, nãochegará a nós; porquefizemos da mentira o nossorefúgio, e debaixo da falsidadenosescondemos.
16Portantoassimdiz o SenhorDeus: Eisqueponho em Siãocomoalicerceumapedra, umapedraprovada, pedrapreciosa de esquina, de firmefundamento; aquelequecrernão se apressará.
21Porque o Senhor se levantarácomo no montePerazim, e se irarácomo no vale de Gibeão, pararealizar a suaobra, a suaestranhaobra, e paraexecutar o seuato, o seuestranhoato.
22Agora, pois, nãosejaisescarnecedores, paraque os vossosgrilhõesnão se façammaisfortes; porque da parte do SenhorDeusdosexércitosouvi um decreto de destruiçãocompleta e decisiva, sobretodaterra.
25Não é antesassim: quando já temnivelado a suasuperfície, entãoespalha a nigela, semeia o cominho, lança o trigo a eito, a cevada no lugardeterminado e a espelta na margem?
27Porque a nigelanão se trilhacominstrumento de trilhar, nemsobre o cominhopassa a roda de carro; mas a nigela é debulhadacomumavara, e o cominhocom um pau.
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