1TendoJesusconcluídoessesensinamentos, declarouaosseusdiscípulos:2 “Comosabeis, daqui a doisdias, a Páscoaserácelebrada; e o Filho do homemseráentregueparasercrucificado”.
6 E aconteceuque, estandoJesus em Betânia, na casa de Simão, o leproso,7chegoupróximodeleumamulherportando um frasco de alabastro, repleto de perfumecaríssimo, e lhederramousobre a cabeça, enquantoeleestavareclinado à mesa.
13Comtoda a certezavosafirmo: Em todos os lugares do mundo, ondeesteevangelhoforpregado, igualmenteserácontado o queessamulherrealizou, como um memorial a ela”.
14 E aconteceuque um dosDoze, chamadoJudasIscariotes, foi ao encontrodoschefesdossacerdotes e lhespropôs:15 “O que me dareiscaso eu vo-lo entregue?” E lhepagaram o preço: trintamoedas de prata.
18 Ao queJesus os orientou: “Ide à cidade, procurai um certohomem e falai a ele: ‘O Mestremandadizer-te: É chegada a minhahora. Desejocelebrar a Páscoa em tuacasa, juntamentecommeusdiscípulos.’”
25EntãoJudas, quehaveria de consumar a traição, disse: “Acaso, seria eu, meuMestre?” E Jesusafirmou-lhe: “Sim, tu o declaraste!” A Ceia do Senhor26Enquantocomiam, Jesuspegou um pão, deugraças, quebrou-o, e o deuaosseusdiscípulos, recomendando: “Tomai, comei; isto é o meucorpo”.
39Seguindo um poucomaisadiante, prostrou-se com o rosto em terra e orou: “Ó meuPai, se possívelfor, passa de mimestecálice! Contudo, nãosejacomo Eu desejo, massimcomo Tu queres”.
45Passadoalgumtempo, voltouaosdiscípulos e indagou: “Aindadormis e descansais? Eisque a hora é chegada! Agora o Filho do homemestásendoentreguenasmãos de pecadores.
47 E, estandoEleainda a falar, eisquechegouJudas, um dosDoze, e traziaconsigoumagrandemultidãoarmada de espadas e porretes, vinda da partedoschefesdossacerdotes e doslíderesreligiosos do povo.
55 E naquelemesmoinstanteJesus se dirige às multidõesindagando-lhes: “Lidero Eu algumtipo de rebelião, paraquevenhamcontramimcomespadas e porretes e me prendam? Poistodos os diasestiveensinando no templo e vósnão me prendestes!
60Todavia, nadaencontraram, apesar de se teremapresentadováriosdepoimentosinverídicos. Ao final, entretanto, compareceramduastestemunhasquealegaram:61 “Estehomemafirmou: ‘Tenhopoderparadestruir o santuário de Deus e reconstruí-lo em trêsdias’”.
63MasJesusmanteve-se em silêncio. Diante do que o sumosacerdotelheintimou: “Eu te colocosobjuramentodiante do Deusvivo e exijoquenosdigas se tu és o Cristo, o Filho de Deus!”
64 “Tu mesmo o declaraste”, afirmou-lheJesus. “Contudo, Eu revelo a todosvós: Chegará o dia em quevereis o Filho do homemassentado à direita do Todo-Poderoso, vindosobre as nuvens do céu!”
65Diantedisso, o sumosacerdoterasgou as suasvestesdenunciando: “Eleblasfemou! Porquenecessitamos de outrastestemunhas? Eisqueacabais de ouvirtalblasfêmia!”
67Nestemomento, algunscuspiram em seurosto e o esmurravam, enquantooutroslhedesferiamtapas, vociferando:68 “Profetiza-nos, pois, ó Cristo, quem é que te bateu?”
69Pedroencontrava-se assentado do lado de fora da casa, no pátio, quandoumacriada, aproximando-se dele, afirmou: “Tu tambémestavascomJesus, o galileu!”
71 E, saindo em direção à entrada do pátio, foielereconhecidoporoutracriada, a qual o denunciou a todosqueali se achavam, exclamando: “EstehomemestavacomJesus, o Nazareno!”
73Algumtempomaistarde, os queestavam ao redoraproximaram-se de Pedro e o acusaram: “Comtoda a certeza és igualmente um deles, porquanto o teumodo de falar o denuncia”.
74Então, elecomeçou a jurar e a pedir a Deusque o amaldiçoassecasonãoestivessedizendo a verdade, e exclamou: “Nãoconheçoessehomem!” No mesmoinstante um galocantou.
75 E naquelemomento, Pedro se lembrou da palavra de Jesusquelheadvertira: “Antesque o galocante, tu me negarástrêsvezes.” E, deixandoaquelelugar, chorouamargamente.
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