7QuandoPaulochegou, os judeusquetinhamvindo de Jerusalémficaram em voltadele, fazendomuitas e gravesacusaçõescontraele, as quais, entretanto, nãopodiamprovar.
11 Se de fatopratiqueialgummal ou crimedigno de morte, estouprontoparamorrer. Se, pelocontrário, nãosãoverdadeiras as coisas de que me acusam, ninguémpode me entregar a eles. ApeloparaCésar.
14Como se demorassemalialgunsdias, Festoexpôs ao rei o caso de Paulo, dizendo: — Félixdeixouaquipresocertohomem,15 a respeito de quem os principaissacerdotes e os anciãosdosjudeusapresentaramqueixa, quando eu estive em Jerusalém, pedindoque o condenasse.
23 De fato, no diaseguinte, vindoAgripa e Berenice, comgrandepompa, tendoelesentrado na sala de audiênciajuntamentecomoficiaissuperiores e homenseminentes da cidade, Paulofoitrazidoporordem de Festo.
24EntãoFestodisse: — ReiAgripa e todos os senhoresaquipresentes, vejamestehomem, porcausa de quemtoda a multidãodosjudeusrecorreu a mimtanto em Jerusalémcomoaqui, clamandoquenãoconvinhaqueelevivessemais.
26 No entanto, a respeitodele, nadatenho de maisconcretoquepossaescrever ao imperador. Porisso, eu o trouxe à presençadossenhores e, especialmente, à suapresença, ó reiAgripa, paraque, feita a arguição, eu tenhaalgumacoisaqueescrever.
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