7AssimquePauloapareceu, os líderesjudeusquehaviamchegado de Jerusalém se aglomeraram ao seuredor, lançandosobreele um grandenúmero de ofensas e gravesacusações, sobre as quaisnãotinhamprovas.
11Contudo, se fizqualquermal ou pratiqueialgumcrimequemereça a pena de morte, estouprontoparamorrer. Mas, se nãosãoverdadeiras as acusaçõesque me afrontamesseshomens, ninguémtem o direito de me entregar a eles. Portanto, apeloparaCésar!”
16Entretanto, eu lhesexpliqueiquenão é costumedosromanoscondenarninguémsemque o acusadotenhadiante de si os acusadores e possaexercerplenamente o seudireito à defesa.
19 Ao contrário, levantaramapenasalgumasquestõesrelativas à suaprópriareligião, sobre as quaisdiscordavamdele; e quanto a um certoJesus, já morto, o qualPauloalegainsistentementequeestávivo.
20Diante de tudoisso, fiqueisemsabercomoinvestigarcorretamente a questão; porisso, indaguei se eleestariadisposto a ir a Jerusalém e aliserjulgado a respeitodestasacusações.
21Porém, apelandoPauloparaqueficassesobcustódiaatéserjulgadopeloimperador, ordeneiquepermanecessedetido, aguardando o momento em que eu o pudesseenviar a César”.
23 No diaseguinte, Agripa e Berenicechegaramcomgrandepompa e entraram na sala de audiênciasjuntamentecomseusaltosoficiais e os homensmaisimportantes da cidade. Então, porordem de Festo, Paulofoitrazido.
24 Em seguida, Festodeclarou: “ReiAgripa e vóstodosqueestaispresentesconosco, vedesqueaquiestá o homemporcausa de quemtoda a comunidadedosjudeus, tanto em Jerusalémcomoaqui, recorreu a mim, afirmandoqueelenãodevemaisviver.
26 No entanto, nãotenhoaindanadadefinidoquanto ao queescreversobreele ao nossosoberano. Poressarazão, eu o trouxeperantevós, especialmentediante de ti, ó reiAgripa, paraque, depois de realizadoesseinterrogatório, eu tenhainformaçõesmaisclaras a prestar.
Nenhum comentário ainda.