2QuandoPaulofoichamado, Tértuloapresentou as acusações: “ExcelentíssimoFélix, o senhortemproporcionado a nós, judeus, um longoperíodo de paz e, comperspicácia, temrealizadoreformasquemuitonosbeneficiam.
5Constatamosqueestehomem é um perturbador, quevivecausandotumultosentre os judeus de todo o mundo. É o principallíder da seitaconhecidacomo os Nazarenos.
6Quando o prendemos, estavatentandoprofanar o templo. Nósqueríamosjulgá-lo de acordocomnossalei,7masLísias, o comandante do regimento, usou de força e o tirou de nossasmãos,8 e ordenou a nós, os acusadores, quenosapresentássemosperante o senhor. Nossasacusaçõespoderãoserconfirmadasquando o senhorinterrogarPaulopessoalmente”.
10QuandoPaulorecebeu um sinal do governadorparafalar, disse: “Seique o senhortemjulgadoquestõesdosjudeus há muitosanos e, portanto, apresento-lheminhadefesa de bomgrado.
14 “Reconheço, porém, quesouseguidor do Caminho, queeleschamam de seita. Adoro o Deus de nossosantepassados e creiofirmemente na leijudaica e em tudoqueestáescritonosprofetas.
20Pergunte a esteshomensqueaquiestão de quecrimes o conselhodoslíderes do povo me considerouculpado,21excetopelaocasião em quegritei: ‘Estousendojulgadodiantedossenhoresporquecreio na ressurreiçãodosmortos!’”.
22Nessemomento, Félix, quetinhabastanteconhecimentosobre o Caminho, interrompeu a audiência e disse: “EsperematéLísias, o comandante do regimento, chegar. Entãodecidirei o caso de vocês”.
23Ordenouque um oficialmantivessePaulosobcustódia, maslhedeucertaliberdade e permitiuqueseusamigos o visitassem e providenciassemaquilo de queeleprecisava.
24Algunsdiasdepois, Félixvoltoucomsuaesposa, Drusila, queerajudia. MandouchamarPaulo, e os doisouviramenquantoelelhesfalava a respeito da fé em CristoJesus.
25QuandoPaulopassou a falar da justiçadivina, do domíniopróprio e do dia do juízoqueestavaporvir, Félixtevemedo e disse: “Pode ir, porenquanto. Quandoformaisconveniente, mandareichamá-lo outravez”.
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