6Paulosabiaquealgunsdeleseramsaduceus e outrosfariseus! Entãoelegritou: “Irmãos, eu soufariseu, comoforamtodos os meusantepassados! E estousendojulgadohojeaqui, porquecreio na ressurreiçãodosmortos!”
9Entãolevantou-se um grandealvoroço. Algunsdosmestres da leiqueeramfariseussaltaram no meioparadizerquePaulotinhatoda a razão. “Nósnãovemosnadaerradonestehomem”, gritavam. “Quemsabe se algumespírito ou um anjofalou a ele?”
10 A gritariaaumentavacadavezmais, e os homens de ambos os lados se empurravam e puxavamPaulopara cá e para lá. Finalmente o comandante, commedoqueelesdespedaçassem o apóstolo, mandouque os soldadosretirassemPaulo à força do meiodeles e o levassem de voltapara a fortaleza.
11 Na noiteseguinte o Senhorapareceu ao lado de Paulo e disse: “Tenhacoragem, Paulo; assimcomovocêtestemunhou a meurespeito ao povo em Jerusalém, vocêtambémdevetestemunhar em Roma”.
15Peçam ao comandantequetragaPaulooutravezdiante do Sinédrio. Finjamque os senhoresqueremfazermaisalgumasperguntas. Nósestamosprontosparamatá-lo no caminho”.
20 “Amanhã”, disseele, “os judeusplanejampedir ao senhorquelevePaulodiante do Sinédrionovamente, fingindoquequeremobtermaisalgumainformação a respeitodele.
21Masnãoacreditenisso! Há mais de 40 homensescondidos ao longo da estrada, preparandoumaemboscadaparaPaulo. Elesjuraramnãocomernembeberenquantonão o matarem. Eles já estão lá, esperandoque o senhoratenda ao pedidodeles”.
23Então o comandantechamoudoisdosseuscenturiões e ordenou: “Preparem um destacamento de 200 soldadosparapartiremparaCesareia, hoje às novehoras da noite! Levem 200 lanceiros e 70 homens da cavalaria.
30Masquandofuiinformado de umaconspiraçãoparamatar o acusado, decidimandarPaulo a V. Exa., e direiaosacusadoresdelequelevemsuasdenúncias à suapresença”.
35 “Bem, eu ouvirei o seucasoquandochegarem os seusacusadores”, disse-lhe o governador e ordenouquemantivessemPaulo na prisão do palácio do reiHerodes.
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