6SabendoPauloqueumapartedelesera de saduceus e outra de fariseus, clamou no Sinédrio: Irmãos, soufariseu, filho de fariseus; é porcausa da esperança da ressurreiçãodosmortosqueestousendojulgado.
9Houve, então, muitagritaria. Algunsescribas da partedosfariseuslevantaram-se e começaram a discutir, dizendo: Nãoachamosnenhummalnestehomem. Quemsabenãofoialgumespírito ou um anjoquefaloucomele?
10 E intensificando-se a discussão, temendoquePaulofossedespedaçadoporeles, o comandantemandouque os soldadosdescessem e o tirassem do meiodeles, paralevá-lo para a fortaleza.
14 E foramaté os principaissacerdotes e líderesreligiosos e disseram: Fizemos um juramentosobpena de maldição de nãoprovarmoscoisaalgumaatéquematemosPaulo.
15Agora, pois, juntamentecom o Sinédrio, solicitai ao comandanteque o mandedescerperantevóscomo se fôsseisinvestigarcommaiorprecisão a suacausa; estamosprontosparamatá-lo antesqueelechegue.
21Não te deixesconvencerporeles. Porque há mais de quarentadeles à espreitacontraPaulo; elesjuraramsobpena de maldiçãonãocomernembeberatéque o matem. E agoraestãopreparados, aguardando a tuapalavra de confirmação.
23 E, chamandodoiscenturiões, disse: Preparaipara a terceirahora da noiteduzentossoldados de infantaria, setenta de cavalaria e duzentoslanceirosparairematéCesareia.
30Quandofuiinformado de quehaviaumaconspiraçãocontra o homem, logo o enviei a ti, intimandotambémaosacusadoresqueapresentem o casocontraelediante de ti.
34Tendolido a carta, o governadorperguntou de queprovínciaeleera. Ao saberquePauloera da Cilícia,35disse: Vououvir-te quando os teusacusadoreschegaremtambém. E mandouqueficassepreso no palácio de Herodes.
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