Mateus Cap. 22
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16. O Poder Transformador do Evangelho: Da Dispersão à Alegria em Samaria (Atos 8:4-13; Mt. 22:29)
Contexto Histórico: Superando Barreiras e Preconceitos em Samaria
Para compreender a profundidade do que estava acontecendo em Atos 8, é necessário revisitar o contexto histórico e cultural que envolvia a região de Samaria. Para um judeu daquela época, Samaria representava um local de rejeição religiosa e étnica, uma ferida aberta na história de Israel.
Historicamente, o povo de Deus foi dividido em dois reinos: o Reino do Sul, com capital em Jerusalém (composto por duas tribos), e o Reino do Norte, com capital em Samaria (composto pelas dez tribos restantes). Ao analisar os registros bíblicos, especialmente nos livros de Reis, nota-se um padrão perturbador no Reino do Norte: sucessivos reis fizeram "o que era mau aos olhos do Senhor". Diferente do Sul, onde houve reis piedosos que promoveram reformas, o Norte mergulhou em idolatria e afastamento dos princípios divinos.
A Segregação Geográfica e Espiritual
Esse afastamento gerou um sincretismo religioso. Os samaritanos misturaram a Lei de Moisés com práticas de outros povos e culturas, perdendo a essência da fé judaica histórica. O desprezo dos judeus por essa mistura era tão intenso que afetava até mesmo a logística de viagem.
O trajeto em linha reta de Cafarnaum para Jerusalém passava por Samaria e totalizava cerca de 120 quilômetros. No entanto, para evitar pisar em "terra impura" e não ter contato com os samaritanos, muitos judeus optavam por uma rota alternativa. Eles atravessavam o Rio Jordão, caminhavam pela margem oposta e retornavam mais à frente, percorrendo cerca de 150 quilômetros. Eles preferiam caminhar dias a mais a ter que passar por Samaria.
O Evangelho Quebra Barreiras
É neste cenário de hostilidade que a ordem de Jesus em Atos 1:8 ganha uma dimensão desafiadora: "e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria".
Deus enviava seus discípulos exatamente para o lugar que eles foram ensinados a evitar. Isso nos mostra que o Evangelho não respeita barreiras de preconceito. A graça de Deus foi enviada a um povo que, aos olhos da religiosidade estrita, já estava condenado e rejeitado.
Essa vulnerabilidade espiritual dos samaritanos, fruto de séculos de afastamento das Escrituras, criou um vácuo. A falta de conhecimento profundo da Palavra de Deus os deixou suscetíveis a enganos, conforme Jesus alertou em outra ocasião aos saduceus:
"Vocês estão enganados porque não conhecem as Escrituras nem o poder de Deus!" (Mateus 22:29)
A ausência da verdade sólida abriu espaço para o surgimento de falsos poderes, preparando o palco para o confronto espiritual que Filipe enfrentaria com a figura de Simão, o mago. A chegada do Evangelho ali não era apenas uma expansão territorial, mas o resgate de uma identidade perdida.
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