1Ouvindo o cananeu, o rei de Arade, quehabitavapara a banda do sul, queIsraelvinhapelocaminhodosespias, pelejoucontraIsrael e delelevoualgunsdelesporprisioneiros.
5 E o povofaloucontraDeus e contraMoisés: Porquenosfizestessubir do Egito, paraquemorrêssemosnestedeserto? Pois, aqui, nempãonemágua há; e a nossaalmatemfastiodestepãotãovil.
7Peloque o povoveio a Moisés e disse: Havemospecado, porquantotemosfaladocontra o SENHOR e contra ti; ora ao SENHORquetire de nósestasserpentes. Então, Moisésoroupelopovo.
8 E disse o SENHOR a Moisés: Fazeumaserpenteardente e põe-na sobreumahaste; e seráqueviverátodomordidoqueolharparaela.
Versículo 8
Diego Vieira Dias
em 22/01/2026
A Tipologia do Deserto (Números 21)
Jesus refere-se ao momento em que o povo de Israel, peregrinando pelo deserto, murmurou contra Deus e contra Moisés. Como juízo, "serpentes ardentes" foram enviadas, e suas picadas mortais espalharam a morte pelo acampamento. O veneno corria nas veias do povo, assim como o pecado corre na natureza humana.
Diante do clamor por misericórdia, Deus instruiu Moisés a forjar uma serpente de bronze e hasteá-la sobre uma grande vara. A promessa divina era singularmente simples:
"O SENHOR disse a Moisés: — Faça uma serpente e coloque-a sobre uma haste. Quem for mordido e olhar para ela viverá." (Números 21:8)
Jesus apropria-se desta imagem e a aplica a Si mesmo:
"E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:14-15)
A tipologia é rica e precisa. O bronze, nas Escrituras, é frequentemente associado ao juízo de Deus. A serpente representa o próprio pecado e a maldição. Cristo, o Santo de Deus, "fez-se pecado por nós" na cruz (2 Coríntios 5:21). Ele foi levantado no madeiro, atraindo para Si o juízo que era destinado à humanidade, tornando-se o antídoto divino para o veneno da queda.
13 E, dali, partiram e alojaram-se destabanda de Arnom, queestá no deserto e saidostermosdosamorreus; porqueArnom é o termo de Moabe, entreMoabe e os amorreus.
14Peloque se diz no livrodasGuerras do SENHOR: ContraVaebe em Sufa, e contra os ribeiros de Arnom,15 e contra a correntedosribeirosque se volvepara a situação de Ar e se encostaaostermos de Moabe.
16 E, dali, partiramparaBeer; este é o poço do qual o SENHORdisse a Moisés: Ajunta o povo, e lhedareiágua17 (Então, Israelcantouestecântico: Sobe, poço, e vós, cantaidele:18 Tu, poço, quecavaram os príncipes, queescavaram os nobres do povo e o legisladorcom os seusbordões.). E, do deserto, partiramparaMatana;19 e, de Matana, paraNaaliel; e, de Naaliel, paraBamote.
21Então, Israelmandoumensageiros a Seom, reidosamorreus, dizendo:22Deixa-me passarpelatuaterra; nãonosdesviaremospeloscamposnempelasvinhas, e as águasdospoçosnãobeberemos; iremospelaestradarealatéquepassemos os teustermos.
23PorémSeomnãodeixoupassar a Israelpelosseustermos; antes, Seomcongregoutodo o seupovo, e saiu ao encontro de Israel ao deserto, e veio a Jaza, e pelejoucontraIsrael.
24MasIsrael o feriu a fio de espada e tomou a suaterra em possessão, desdeArnomatéJaboque, atéaosfilhos de Amom; porquanto o termodosfilhos de Amomerafirme.
34 E disse o SENHOR a Moisés: Não o temas, porque eu to tenhodado na tuamão, a ele, e a todo o seupovo, e a suaterra, e far-lhe-ás comofizeste a Seom, reidosamorreus, quehabitava em Hesbom.
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