5Todavia, quando se encerrounossotemponaquelelocal, partimos e demoscontinuidade à nossaviagem. Todos os discípulos, comsuasesposas e filhos, nosacompanharamatéfora da cidade, e ali na praianosajoelhamos e oramos.
11Elechegoucom o propósito de falarconosco, e assimquenosencontrou, tomou o cinto de Paulo e, amarrando os seusprópriospés e mãos, profetizou: “Assimdiz o EspíritoSanto: ‘Destamaneira os judeus em Jerusalémamarrarão o homem a quempertenceessecinto e o entregarãonasmãosdosgentios!’”
13EntãoPaulodeclarou: “Porquefazeisisso? Nãochoreis, poisassimfazendo, partismeucoração! Eisqueestouprontonãoapenasparaseramarrado, mastambém a morrer em JerusalémpeloNome do SenhorJesus!”
16 E algunsdosdiscípulos de Cesareianosacompanharam e nosconduziram à casa de Mnasom, queeranatural de Chipre, um dosprimeirosdiscípulos, comquemiríamosnoshospedar.
21Porém, elestêmsidoinformados a teurespeito, de queensinastodos os judeusqueestãoentre os gentios a se afastarem de Moisés, pregandoquenãocircuncidemseusfilhosnemtampoucoandemsegundo as tradições e costumes.
24Participacomesseshomensdosrituais de purificação e paga as despesasdeles, paraquerapem a cabeça. Dessaforma, todosobservarãoque é falso o queouviram a teurespeito, e que, em verdade, tu mesmocontinuasandandosobabsolutaobediência à Lei.
25Entretanto, quantoaosgentiosque se converteram, já lhesescrevemos a nossadeterminaçãoparaque se abstenham de comerqualqueralimentooferecidoaosídolos, do sangue, da carne de animaisestrangulados e de todotipo de imoralidadesensual”.
26Diantedisso, no diaseguinte, Paulolevouconsigoaqueleshomens e passoucomelespelosrituais de purificação. Em seguida, foi ao temploparadeclarar o prazo do cumprimentodosdias da purificação e da ofertaqueseriaconsagradaindividualmente em favordeles.
27Contudo, quando os setediasestavamquaseterminando, algunsjudeus da província da Ásia, observandoPaulo no templo, incitaramtoda a multidão e o agarraram,28esbravejando: “Homens de Israel, ajudai! Este é o homemqueportodaparteprega a todoscontra o nossopovo, contra a Lei e contraestelugar. Além de tudo, introduziugregos no templo e profanouestesantolugar!”
30Poressemotivo, toda a cidade se alvoroçou, e houvegrandeajuntamento de pessoas. Então, agredindoPaulo, arrastaram-no parafora do templo e, em seguida, as portas do temploforamfechadas.
32Então, no mesmoinstante, reuniualguns de seussoldados e oficiais e correuaté o centro da multidãoalvoroçada. Quandoviram o comandantecomseussoldados, pararam de espancar a Paulo.
34 E do meio da multidãounsgritavam de umamaneira e outros de outra. Semconseguirdeduzir a verdadeporcausa do alvoroço, ordenouquePaulofosselevadopara a fortaleza.
37Poucoantes de serlevadoparadentro da fortaleza, Paulosolicitou ao comandante: “Tenhopermissãopara te dirigir a palavra?” Então, o comandantelheindagou: “Falas a línguagrega?
40 O comandantelhedeupermissão. EntãoPaulo, colocou-se em pé na escada e fezsinal à multidão. Quandotodas as pessoas se aquietaram, Paulocomeçou a lhesfalar em aramaico:
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