2Rute, a moabita, disse a Noemi: Deixa-me ir ao campo e rabiscarentre as espigasapósaquele em cujosolhos eu achargraça. Elalherespondeu: Vai, minhafilha.
6Respondeu-lhe o servo: Ela é a moçamoabitaquevoltoucomNoemi do país de Moabe;7pediu-me que a deixasserabiscar e apanhar as espigasporentre as gavelasapós os segadores. Veio e ficoudesde a manhãatéagora; só de pouco é queela se assentou na choça.
9Dirige os teusolhospara o campoquesegarem, e vaiapóselas; nãodei eu ordemaosmoçosquenão te molestem? quandotiveressede, vaiaosvasos e bebe do que os moçostiveremtirado.
10Ela, prostrando-se e inclinando-se com o rosto em terra, lheperguntou: Porque é queacheigraçadiante de ti, ao ponto de fazeres tu caso de mim, sendo eu estrangeira?
11Respondeu-lheBoaz: Tem-se-me contadotudo o quetensfeito a tuasogra, depois da morte de teumarido: comodeixaste a teupai e a tuamãe, e a terra em quenasceste, e és vinda a um povoqueantesnãoconhecias.
14 À hora de comerdisse-lheBoaz: Vemaqui, e come do pão e molha o teubocado no vinagre. Ela se assentou ao ladodossegadores; e elelheofereceutrigotostado, e elacomeu e ficousatisfeita, e aindalhesobejou.
19Perguntou-lhesuasogra: Onderabiscastehoje? ondetrabalhaste? Benditosejaaquelequefezcaso de ti. Elareferiu a suasogracomquemhaviatrabalhado e disse: O nome do homemcomquemtrabalheihoje é Boaz.
20DisseNoemi a suanora: Benditosejaele de Jeová, quenãotemdeixado de mostrar a suabondadeparacom os vivos e paracom os mortos. Disse-lhemaisNoemi: O homem é nossoparente, um dosnossosparenteschegados.
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