2Certodia, Rute, a moabita, disse a Noemi: “Deixe-me ir ao campover se alguém, em suabondade, me permiterecolher as espigas de cerealquesobrarem”. Noemirespondeu: “Estábem, minhafilha, pode ir”.
7Hoje de manhãela me pediupermissãoparacolherespigasapós os ceifeiros. Desdequechegou, nãoparou de trabalhar um instantesequer, a nãoserporalgunsminutos de descanso no abrigo”.
9Observe em queparte do campoestãocolhendo e vá atrásdelas. Avisei os homensparanão a trataremmal. E, quandotiversede, sirva-se da águaque os servostiram do poço”.
11 “Eu sei”, respondeuBoaz. “Mastambémsei de tudoquevocêfezporsuasogradesde a morte de seumarido. Ouvifalar de comovocêdeixouseupai, suamãe e suaprópriaterraparaviveraqui no meio de desconhecidos.
14 Na hora da refeição, Boazlhedisse: “Venha cá e sirva-se de comida; tambémpodemolhar o pão no vinagre”. Rutesentou-se juntoaosceifeiros, e Boazlhedeugrãostostados. Elacomeuatéficarsatisfeita, e aindasobroualimento.
19 “Ondevocêcolheutodoessecereal?”, perguntouNoemi. “Ondevocêtrabalhouhoje? Quesejaabençoadoquem a ajudou!” EntãoRutecontou à sogracomquemhaviatrabalhado: “O homemcomquemtrabalheihoje se chamaBoaz”.
20 “O SENHOR o abençoe!”, disseNoemi à nora. “O SENHORnãodeixou de ladosuabondadetantopelosvivoscomopelosmortos. Essehomem é um de nossosparentesmaispróximos, o resgatador de nossafamília.”
23Assim, Rutetrabalhoucom as servasnoscampos de Boaz e recolheuespigascomelasaté o finaldascolheitas da cevada e do trigo. Nessetempo, ficoumorandocomsuasogra.
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