2 Um diaRutedisse a Noemi: — Deixeque eu vá até as plantaçõesparacatar as espigasqueficamcaídas no chão. Talvezalgumtrabalhador me deixe ir atrásdele, catando as espigasqueforemcaindo. — Vá, minhafilha! — respondeuNoemi.
3EntãoRutefoi ao campo e andavaatrásdostrabalhadores, catando as espigasquecaíam. E poracasoelaentrounumaplantaçãoqueera de Boaz, um parente de Elimeleque.
7Ela me pediuque a deixasse ir atrásdostrabalhadores, catando as espigasquefossemcaindo. E assimelaestátrabalhandodesdecedoatéagora e só parou um poucoparadescansardebaixo do abrigo.
9Presteatenção e fiquecomelas no campoondevãocortarespigas. Eu deiordemaosempregadosparanãomexeremcomvocê. Quandoficarcomsede, beba da águaque os empregadostiraremparabeber.
11Boazrespondeu: — Eu ouvifalar de tudo o quevocêfezpelasuasogradesdeque o seumaridomorreu. E seiquevocêdeixou o seupai, a suamãe e a suapátria e veioviverentregentequenãoconhecia.
13Rutedisse a Boaz: — O senhorestásendomuitobomparamim. O senhor me dá ânimo, falandocomigocomtantabondade, pois eu mereçomenos do queumadassuasempregadas.
14 Na hora do almoço, Boazdisse a Rute: — Venhaaqui, pegue um pedaço de pão e molhe no vinho. Entãoelasentou-se ao ladodostrabalhadores, e Boazlhedeucevadatorrada. Elacomeuatéficarsatisfeita, e aindasobrou.
19EntãoNoemiperguntou: — Onde é quevocêfoicatarespigashoje? Ondefoiquevocêtrabalhou? QueDeusabençoe o homemque se interessouporvocê! Aí Rutecontou a Noemiquehaviatrabalhado na plantação de um homemchamadoBoaz.
20 E Noemidisse: — Que o SENHORabençoeBoaz, quesempretemsidobom, tantopara os queestãovivoscomopara os que já morreram! Noemicontinuou: — Essehomem é nossoparentechegado e um dosresponsáveispornós.
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