7Disse-me ela: Deixa-me rebuscarespigas e ajuntá-lasentre as gavelasapós os segadores. Assim, elaveio; desdepelamanhãatéagoraestáaqui, menos um poucoqueesteve na choça.
9Estarásatenta ao campoquesegarem e irásapóselas. Nãodeiordemaosservos, que te nãotoquem? Quandotiveressede, vai às vasilhas e bebe do que os servostiraram.
11RespondeuBoaz e lhedisse: Bem me contaramtudoquantofizeste a tuasogra, depois da morte de teumarido, e comodeixaste a teupai, e a tuamãe, e a terraondenasceste e viestepara um povoquedantesnãoconhecias.
14 À hora de comer, Boazlhedisse: Achega-te paraaqui, e come do pão, e molha no vinho o teubocado. Ela se assentou ao ladodossegadores, e elelhedeugrãostostados de cereais; elacomeu e se fartou, e aindalhesobejou.
19Então, lhedisse a sogra: Ondecolhestehoje? Ondetrabalhaste? Benditosejaaqueleque te acolheufavoravelmente! E Rutecontou a suasograondehaviatrabalhado e disse: O nome do senhor, em cujocampotrabalhei, é Boaz.
20Então, Noemidisse a suanora: Benditosejaele do SENHOR, queaindanãotemdeixado a suabenevolêncianemparacom os vivosnemparacom os mortos. Disse-lhemaisNoemi: Essehomem é nossoparentechegado e um dentre os nossosresgatadores.
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