2Aliencontrou um judeuchamadoÁquila, natural do Ponto, quehaviachegadorecentemente da Itáliacomsuaesposa, Priscila, depoisqueCláudioCésarexpulsoutodos os judeus de Roma.
6Mas, quandoeles se opuseram a Paulo e o insultaram, elesacudiu o pó da roupa e disse: “Vocêssãoresponsáveisporsuaprópriadestruição! Eu souinocente. De agora em diante, pregareiaosgentios”.
9Certanoite, o Senhorfalou a Paulonumavisão: “Nãotenhamedo! Continue a falar e não se cale,10poisestoucomvocê, e ninguém o atacaránemlhefarámal, porquemuitagentenestacidade me pertence”.
14Mas, assimquePaulocomeçou a apresentarsuadefesa, Gálio se voltoupara os acusadores e disse: “Ouçam, judeus! Se suaqueixaenvolvessealgumdelito ou crimegrave, eu teriamotivoparaaceitar o caso.
18Pauloaindapermaneceu em Corintoporalgumtempo. Então se despediudosirmãos e foi a Cencreia, onderaspou a cabeça, de acordocom o costumejudaicoparamarcar o fim de um voto. Em seguida, partiu de naviopara a Síria, levandoconsigoPriscila e Áquila.
27Apoloqueriapercorrer a Acaia, e os irmãos de Éfeso o incentivaram. Escreveramumacartaaosdiscípulos de lá, pedindoque o recebessembem. Ao chegar, foi de grandeajudaàquelesque, pelagraça, haviamcrido,28pois, em debatespúblicos, refutava os judeuscomfortesargumentos. Usando as Escrituras, demonstrava-lhesqueJesus é o Cristo.
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