2Entãomandouquesaíssem em trêsgrupos, um comandadoporJoabe, outroporAbisai, irmão de Joabe (a mãedeleseraZeruia), e outroporItai, da cidade de Gate. E o reidisseaosseushomens: — Eu tambémireicomvocês.
3Elesresponderam: — O senhornãodeve ir. Se formosobrigados a fugir ou se os inimigosmatarem a metade do nossoexército, issonãofaránenhumadiferençaparaeles. Mas o senhorvalepordezmil de nós. Serámelhorque o senhorfiqueaqui na cidade e nosmandesocorro.
5Eledeu a seguinteordem a Joabe, Abisai e Itai: — Se vocêsgostam de mim, tratem o jovemAbsalãocomdelicadeza. E toda a tropaouviuDavidaressaordem a todos os oficiais.
9 De repente, Absalão se encontroucomalgunsdossoldados de Davi. Absalão ia montadonumamula, e, ao passarporbaixo de um grandecarvalho, a suacabeçaficoupresanosgalhos. A mulacontinuou a correr, e Absalãoficoupendurado.
12Mas o homemrespondeu: — Mesmoque o senhor me dessemilbarras de prata, eu nãolevantaria um dedocontra o filho do rei. Nóstodosouvimos o reiordenar ao senhor, a Abisai e a Itai: “Se vocêsgostam de mim, tratem o jovemAbsalãocomdelicadeza.”
14 — Nãovouperdermaistempocomvocê! — disseJoabe. EntãoJoabepegoutrêslanças e as enterrou no peito de Absalãoenquantoeleaindaestavavivo, pendurado no carvalho.
17Elespegaram o corpo de Absalão e o jogaramnumacovafunda na floresta e o cobriramcomumaenormepilha de pedras. Entãotodos os israelitasfugiram, cada um para a suacasa.
18Quandoaindavivia, Absalãoconstruiu um monumentopara si mesmo no valedosReisporqueelenãotinhanenhumfilhoparamantervivo o seunome. E deu o seupróprionome ao monumento, queatéhoje é conhecidocomo o Monumento de Absalão.
19EntãoAimaás, filho de Zadoque, disse a Joabe: — Deixeque eu vá correndodar ao rei a notícia de que o SENHORDeusfezjustiça, livrando-o dosseusinimigos.
23 — Aconteça o queacontecer, eu quero ir! — repetiuAimaás. — Então vá! — respondeuJoabe. Aí elesaiucorrendopelaestrada do vale do rioJordão e passou na frente do escravoetíope.
24Daviestavasentadoentre o portãoque dá parafora da cidade e o que dá paradentro. O vigiasubiupara o alto da muralha e ficou no terraço do portão. Eleolhouparafora e viu um homemcorrendosozinho.
26Então o vigiaviuoutrohomemcorrendosozinho e gritoupara o guarda do portão: — Veja! Vemvindooutrohomemcorrendo! — Essetambémestátrazendoboasnotícias! — respondeuDavi.
27 O vigiadisse: — Pelojeito de correr, o primeirohomemdeveserAimaás, filho de Zadoque! — Ele é um bomrapaz — disse o rei — e deveestartrazendoboasnotícias.
28Aimaásgritoupara o rei: — Tudovaibem! Entãoajoelhou-se diantedele e encostou o rosto no chão, dizendo: — Que o SENHOR, seuDeus, sejalouvado, poislhedeu a vitóriasobreaquelesque se revoltaramcontra o senhor.
29 — O jovemAbsalãoestábem? — perguntou o rei. Aimaásrespondeu: — No momento em que o seuoficialJoabe me mandouvir, eu vi umagrandeagitação, porémnãoseidizer o queera.
31Então o mensageiroetíopechegou e disse ao rei: — Ó rei, eu tenhoboasnotíciaspara o senhor! Hoje o SENHORDeuslhedeu a vitóriasobretodos os que se revoltaramcontra o senhor.
32 — E o jovemAbsalãoestábem? — perguntou o rei. O mensageirorespondeu: — Eu gostariaque o queaconteceucomeleacontecessecomtodos os inimigos do senhor e comtodos os que se revoltamcontra o senhor.
33Então o reificouprofundamentetriste. Subiu à salaqueficavaporcima do portão e começou a chorar. Eleandavapara lá e para cá e gritava: — Ó meufilho! MeufilhoAbsalão! Absalão, meufilho! Eu prefeririatermorrido no seulugar, meufilho!
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