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João Cap. 16

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Capítulo 16

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João

Versão: Nova Almeida Atualizada
Progresso de leitura 0/33 versículos
1Falo essas coisas para que vocês não se escandalizem.

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2 Eles expulsarão vocês das sinagogas, e até chegará a hora em que todo aquele que os matar pensará que, com isso, está prestando culto a Deus.

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3 Isso farão porque não conhecem o Pai nem a mim.

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4 Mas estou falando essas coisas para que, quando chegar a hora, vocês se lembrem de que eu já tinha dito isto para vocês. — Eu não lhes falei isso desde o princípio, porque eu estava com vocês.
Versículo 4
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Diego Vieira Dias em 22/01/2026

28. Discernimento Espiritual: Como Identificar a Verdadeira Atuação do Espírito Santo e o Uso Correto dos Dons (1 Coríntios 12:1-11)

O Princípio Cristológico: A Centralidade de Cristo como Teste de Veracidade (1 Co 12:2-3)

Após estabelecer a necessidade de instrução, o apóstolo Paulo oferece à igreja de Corinto — e, por extensão, à igreja contemporânea — um critério objetivo para discernir as manifestações espirituais. A questão central que os coríntios provavelmente levantaram era: "Como podemos ter certeza de que alguém que fala no culto está, de fato, sendo movido pelo Espírito Santo?".

A resposta de Paulo reside na Cristologia. O teste definitivo para qualquer manifestação espiritual é a posição que ela atribui a Jesus Cristo.

A Analogia da Influência Espiritual

Paulo inicia traçando um paralelo com a vida pregressa dos coríntios. Antes da conversão, quando eram pagãos, eles eram "conduzidos" ou arrastados para os ídolos mudos.

"Vocês sabem que, quando eram pagãos, de uma forma ou de outra eram fortemente atraídos e levados para os ídolos mudos." (1 Co 12:2)

O apóstolo sugere que, assim como existem forças espirituais malignas (demônios) que impulsionam o ser humano à idolatria e ao erro, o Espírito Santo atua conduzindo o homem à verdade. A idolatria, no contexto bíblico, é frequentemente associada à operação de demônios (conforme visto em 1 Coríntios 10:20). Portanto, o ser humano está sob influência espiritual: ou é guiado para os ídolos, ou é guiado para Cristo.

O Teste Negativo e Positivo

Paulo estabelece uma regra binária para o discernimento, baseada no conteúdo da fala de quem se diz "espiritual":

"Por isso, eu lhes afirmo que ninguém que fala pelo Espírito de Deus diz: 'Jesus seja amaldiçoado'; e ninguém pode dizer: 'Jesus é Senhor', a não ser pelo Espírito Santo." (1 Co 12:3)

1. A Impossibilidade de Amaldiçoar a Cristo pelo Espírito
A expressão "Jesus é anátema" (ou maldito) parece indicar que, na confusão dos cultos em Corinto, falsos profetas ou pessoas em estado de êxtase descontrolado poderiam estar proferindo blasfêmias, talvez sob a pretensão de estarem "tomados" por uma força espiritual. Paulo é categórico: o Espírito Santo jamais diminuirá a pessoa de Jesus, nem O tratará como maldito. Qualquer manifestação que rebaixe a Cristo, negue Sua divindade ou distorça Sua obra redentora não provém de Deus.

2. A Confissão do Senhorio de Cristo
Por outro lado, a afirmação "Jesus é Senhor" (Kyrios Iesous) é a marca da autêntica operação do Espírito. É importante notar que Paulo não se refere aqui à mera repetição mecânica das sílabas. Qualquer pessoa pode pronunciar essas palavras da boca para fora por interesses diversos.

O sentido bíblico de "dizer que Jesus é Senhor" envolve uma convicção profunda, um reconhecimento de soberania e uma submissão de coração. Ninguém pode reconhecer Jesus verdadeiramente como o centro de sua vida e Senhor do universo sem a regeneração operada pelo Espírito Santo.

A Aplicação Prática no Discernimento

Este princípio cristológico serve como uma "pedra de toque" para avaliar pregadores, profecias e movimentos religiosos. O Espírito Santo, conforme prometido por Jesus no Evangelho de João, tem um ministério específico:

"Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e o tornará conhecido a vocês." (João 16:14)

O Espírito não busca glória para Si mesmo, não exalta o instrumento humano (o pregador ou o profeta) e não promove instituições. O Espírito Santo glorifica a Cristo.

Portanto, para discernir se uma mensagem ou manifestação é genuína, deve-se observar:

  • A centralidade de Cristo: O ministério exalta a pessoa de Jesus, Sua morte, ressurreição e senhorio?
  • O conteúdo da mensagem: Há pregação sobre a cruz e a santidade de Cristo, ou apenas mensagens pragmáticas de autoajuda, prosperidade e exaltação do ego humano?

Se o foco está predominantemente em experiências subjetivas, na figura do líder ou em benefícios materiais, em detrimento da glória de Cristo, há fortes indícios de que tal manifestação não provém do Espírito Santo. O verdadeiro "espiritual" é aquele que aponta, inequivocamente, para o Senhor Jesus.

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5 Mas, agora, vou para junto daquele que me enviou, e nenhum de vocês me pergunta: “Para onde o senhor vai?”

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6 Pelo contrário, porque eu lhes disse essas coisas, a tristeza encheu o coração de vocês.

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7 Mas eu lhes digo a verdade: é melhor para vocês que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vocês; mas, se eu for, eu o enviarei a vocês.

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8 Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: 9 do pecado, porque eles não creem em mim; 10 da justiça, porque vou para o Pai, e vocês não me verão mais; 11 do juízo, porque o príncipe deste mundoestá julgado.
Versículo 8
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Diego Vieira Dias há 4 semanas

5. Sola Gratia: O Poder Transformador da Graça: Da Fraqueza Humana à Justificação Divina (2 Co 12:9-10; Lc 15; Rm 3:21-26)

As Três Dimensões da Graça Divina: Comum, Salvadora e Justificadora

A teologia cristã frequentemente busca categorizar a operação da graça para facilitar a compreensão da sua vastidão. Influenciados por pensadores como John Wesley, que distinguia a graça em preveniente, justificadora e santificadora, podemos observar no texto bíblico três dimensões fundamentais de como Deus alcança o ser humano: a Graça Comum, a Graça Salvadora e a Graça Justificadora.

1. A Graça Comum

Esta é a manifestação mais abrangente da bondade de Deus, estendida a toda a humanidade, independentemente de credo ou comportamento moral. É o favor divino que sustenta a existência do universo e a vida biológica. O apóstolo Paulo discursa sobre isso em Atenas:

"Nem é servido por mãos humanas, como se precisasse de alguma coisa, pois ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais." (Atos 17:25)

A Graça Comum é a razão pela qual o sol nasce sobre justos e injustos. É ela que explica livramentos inexplicáveis em acidentes, a saúde cotidiana e a provisão básica, mesmo para aqueles que nunca entraram em um templo ou que vivem em iniquidade. É o primeiro estágio do amor de Deus, comunicando-se através da criação e da preservação da vida, sinalizando que há um Criador cuidando da criatura.

2. A Graça Salvadora

Se a Graça Comum sustenta a vida física, a Graça Salvadora visa a redenção da alma. Embora disponível a todos, ela requer uma resposta individual. A carta a Tito descreve sua manifestação:

"Porque a graça de Deus se manifestou trazendo salvação a todos." (Tito 2:11)

Há uma distinção crucial aqui: a graça se manifestou a todos, mas sua eficácia salvífica opera naqueles que a recebem. Conforme João 1:11-12, a filiação divina é concedida "a todos quantos o receberam". Esta graça opera em conjunto com o Espírito Santo, que convence o homem "do pecado, da justiça e do juízo" (João 16:8). É o momento em que o indivíduo deixa de ser apenas uma criatura sustentada pela Graça Comum e passa a crer em Cristo, aceitando a oferta de salvação.

3. A Graça Justificadora

Este é o aspecto jurídico e transformador da graça. A justificação não é apenas um perdão sentimental; é um ato legal divino.

"Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus." (Romanos 3:24)

A justificação pode ser entendida como o ato de declarar justo aquele que é culpado. Diferente da inocência (que implica não ter cometido o crime), a justificação reconhece a culpa do réu, mas altera o seu status diante do Juiz devido ao pagamento efetuado por um substituto.

Pela Graça Justificadora, o status do ser humano muda radicalmente. Ele deixa de ser "estrangeiro e peregrino" para se tornar "concidadão dos santos e membro da família de Deus" (Efésios 2:19). Aquele que foi alcançado por esta graça não é alguém que nunca falhou, mas é um "pecador justificado". As dívidas passadas são canceladas, e uma nova identidade é estabelecida. Onde abundou o pecado, a graça superabundou, não para dar liberdade para pecar, mas para dar poder para viver uma nova vida.

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12Tenho ainda muito para lhes dizer, mas vocês não o podem suportar agora.

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13 Porém, quando vier o Espírito da verdade, ele os guiará em toda a verdade. Ele não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que ouvir e anunciará a vocês as coisas que estão para acontecer.

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14 Ele me glorificará, porque vai receber do que é meu e anunciará isso a vocês.

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15 Tudo o que o Pai tem é meu. Por isso eu disse que o Espírito vai receber do que é meu e anunciar isso a vocês.

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16 — Um pouco, e vocês não me verão mais; outra vez um pouco, e me verão de novo.

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17 Então alguns dos seus discípulos disseram uns aos outros: — Que vem a ser isto que ele está nos dizendo: “Um pouco, e vocês não me verão mais, e outra vez um pouco, e me verão de novo”; e: “Vou para o Pai”?

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18 E diziam: — Que vem a ser esse “um pouco”? Não compreendemos o que ele está dizendo.

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19 Jesus, percebendo que queriam lhe fazer perguntas, disse: — Vocês estão discutindo a respeito disto que eu acabo de falar: “Um pouco, e vocês não me verão mais, e outra vez um pouco, e me verão de novo”?

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20 Em verdade, em verdade lhes digo que vocês vão chorar e se lamentar, mas o mundo se alegrará. Vocês ficarão tristes, mas a tristeza de vocês se transformará em alegria.

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21 A mulher, quando está para dar à luz, fica triste, porque chegou a sua hora; mas, depois de nascida a criança, já não se lembra da aflição, pela alegria de ter trazido alguém ao mundo.

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22 Assim também agora vocês estão tristes. Mas eu os verei outra vez, e o coração de vocês ficará cheio de alegria, e ninguém poderá tirar essa alegria de vocês.

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23Naquele dia vocês não me perguntarão nada. Em verdade, em verdade lhes digo: se pedirem ao Pai alguma coisa em meu nome, ele lhes concederá.

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24 Até agora vocês não pediram nada em meu nome; peçam e receberão, para que a alegria de vocês seja completa.

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25Essas coisas eu falei a vocês por meio de figuras. Vem a hora em que não falarei mais por meio de figuras, mas falarei a vocês claramente a respeito do Pai.

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26 Naquele dia vocês pedirão em meu nome. E não lhes digo que pedirei ao Pai em favor de vocês, 27 porque o próprio Pai os ama, visto que vocês me amam e creem que eu vim da parte de Deus.

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28 Vim do Pai e entrei no mundo, mas agora deixo o mundo e vou para o Pai.

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29 Então os seus discípulos disseram: — Agora o senhor fala claramente e não emprega nenhuma figura.

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30 Agora vemos que o senhor sabe todas as coisas e não precisa que alguém lhe pergunte. Por isso, cremos que o senhor veio de Deus.

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31 Jesus respondeu: — Vocês creem agora?

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32 Eis que vem a hora — e já chegou — em que vocês serão dispersos, cada um para a sua casa, e vocês me deixarão sozinho. Mas não estou sozinho, porque o Pai está comigo.

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33 Falei essas coisas para que em mim vocês tenham paz. No mundo, vocês passam por aflições; mas tenham coragem: eu venci o mundo.

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