1Paulochegou às cidades de Derbe e Listra. Em Listramorava um cristãochamadoTimóteo. A mãedele, umacristã, era da raçadosjudeus, mas o paidelenãoerajudeu.
4Nascidadesporondepassavam, elesdiziamaoscristãosquais as decisõesquetinhamsidotomadaspelosapóstolos e pelospresbíteros da igreja de Jerusalém e aconselhavamqueelesobedecessem a essasdecisões.
13 No sábadosaímos da cidade e fomospara a beira do rio, poispensávamosquealideviahaver um lugar de oraçãopara os judeus. Sentamos e começamos a conversarcom as mulheresqueestavamreunidas lá.
14UmadaquelasmulheresqueestavamnosouvindoeraLídia, umavendedora de púrpura, da cidade de Tiatira. Elaadorava a Deus, e o Senhorabriu a mentedelaparaquecompreendesse o quePaulodizia.
15Ela e as pessoas da suacasaforambatizadas. DepoisLídianosconvidou, dizendo: — Venhamficar na minhacasa, se é quevocêsachamque, de fato, eu creio no Senhor. Assimelanosconvenceu a ficar na casadela.
16Certodia, quandoestávamosindopara o lugar de oração, veio ao nossoencontroumaescrava. Essamoçaestavadominadapor um espíritomauqueadivinhava o futuro, e os seusdonosganhavammuitodinheirocom as adivinhaçõesqueelafazia.
18Elafezissomuitosdias. PorfimPaulo se aborreceu, virou-se paraela e ordenou ao espírito: — Pelopoder do nome de JesusCristo, eu mandoquevocêsaiadestamoça! E, no mesmoinstante, o espíritosaiu.
19Quando os donos da moçaviramquenãoiampodermaisganhardinheirocom as adivinhaçõesdela, agarraramPaulo e Silas e os arrastaramaté a praçapública, diantedasautoridades.
26 De repente, o chãotremeutanto, queabalou os alicerces da cadeia. Naqueleinstantetodas as portas se abriram, e as correntesqueprendiam os presos se arrebentaram.
27 Aí o carcereiroacordou. Quandoviuque os portões da cadeiaestavamabertos, pensouque os prisioneirostinhamfugido. Entãopuxou a espada e ia se matar,28masPaulogritoubemalto: — Nãofaçaisso! Todosnósestamosaqui!
33Naquelamesmahora da noite, o carcereirocomeçou a cuidardeles, lavando os ferimentos da surraquehaviamlevado. Logodepoisele e todas as pessoas da suacasaforambatizados.
34 Em seguidaelelevouPaulo e Silaspara a suacasa e lhesdeucomida. O carcereiro e as pessoas da suacasaficaramcheios de alegriaporqueagoracriam em Deus.
37MasPaulodisseaospoliciais: — Eu e Silassomoscidadãosromanos e, mesmoassim, semtermossidojulgados, fomossurrados em público. E depoisnosjogaram na cadeia. E agoraqueremnosmandaremboraassim em segredo? Issonão! Que as própriasautoridadesromanasvenhamaqui e nossoltem!
38 Os policiaisforamcontar às autoridadesromanas o quePaulotinhadito. Quando as autoridadessouberamquePaulo e Silaseramcidadãosromanos, ficaramcommedo39 e foramlhespedirdesculpas. Então os tiraram da prisão e pediramquefossemembora da cidade.
Nenhum comentário ainda.