1Então, respondeuElifaz, o temanita:2Porventura, dará o sábio em respostaciência de vento? E encher-se-á a si mesmo de ventooriental,3arguindocompalavrasque de nadaservem e comrazões de quenadaaproveita?
15EisqueDeusnãoconfianemnosseussantos; nem os céussãopurosaosseusolhos,16quantomenos o homem, que é abominável e corrupto, quebebe a iniquidadecomo a água!
17Escuta-me, mostrar-to-ei; e o quetenhovisto te contarei,18 o que os sábiosanunciaram, que o ouviram de seuspais e não o ocultaram19 (aosquaissomente se dera a terra, e nenhumestranhopassouporentreeles):20Todos os dias o perverso é atormentado, no curtonúmero de anosque se reservampara o opressor.
24Assombram-no a angústia e a tribulação; prevalecemcontraele, como o reipreparadopara a peleja,25porqueestendeu a mãocontraDeus e desafiou o Todo-Poderoso;26arremetecontraeleobstinadamente, atrás da grossuradosseusescudos,27porquantocobriu o rostocom a suagordura e criouenxúndianasilhargas;28habitou em cidadesassoladas, em casas em queninguémdeviamorar, queestavamdestinadas a se fazeremmontões de ruínas.
33Sacudirá as suasuvasverdes, como a vide, e deixarácair a suaflor, como a oliveira;34pois a companhiadosímpiosseráestéril, e o fogoconsumirá as tendas de suborno.
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