João Cap. 13
Leia, destaque e registre suas anotações em qualquer versão disponível.
Filtre por versão e livro para refinar o resultado.
Livros
Selecione um livro
Nenhum livro encontrado
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
O Amor Fraternal: A Marca Final da Verdadeira Fé
A análise da verdadeira conversão culmina em um teste prático e relacional que não pode ser falsificado facilmente: o amor pelos irmãos. Jesus, ao instruir seus discípulos, não estabeleceu milagres, profecias ou conhecimento teológico profundo como a marca distintiva de seus seguidores. Ele estabeleceu o amor.
"Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros."
(João 13:35)
Esta declaração eleva o amor fraternal à categoria de "apologética final" da Igreja. O mundo observa a comunidade cristã e julga a veracidade da mensagem do Evangelho baseando-se na qualidade dos relacionamentos entre os crentes. Se a igreja é marcada por dissensões, fofocas, inveja e falta de perdão, ela nega com suas ações a eficácia da cruz que prega com seus lábios.
O Apóstolo João, em sua primeira epístola, aprofunda este conceito de maneira contundente, conectando irrevogavelmente a dimensão vertical da fé (o relacionamento com Deus) à dimensão horizontal (o relacionamento com o próximo). Ele destrói a ilusão de uma espiritualidade mística e isolada.
"Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?"
(1 João 4:20)
A palavra "mentiroso" aqui é forte e intencional. Ela expõe a hipocrisia daqueles que frequentam cultos, levantam as mãos em adoração e usam vocabulário piedoso, mas nutrem amargura e desprezo por outros membros do corpo de Cristo. A lógica bíblica é simples: a natureza de Deus é amor. Se alguém afirma ter nascido de Deus e ter a natureza de Deus habitando em si, é ontologicamente impossível que essa pessoa não manifeste amor.
Este amor não é um sentimento sentimentalista ou uma mera afinidade social. É o amor ágape — sacrificial, voluntário e que busca o bem do outro, mesmo a um custo pessoal. É amar o "inamável", perdoar o ofensor e servir sem esperar retribuição.
Portanto, a jornada da verdadeira conversão nos leva de volta ao início, mas agora com uma nova perspectiva. "Aceitar" a Jesus não é um rito de passagem para evitar o inferno, mas a entrada em uma vida onde Cristo é Supremo, onde a Palavra é o fundamento, onde os frutos de santidade são inevitáveis e onde o amor pelos irmãos é a prova visível de que a morte foi tragada pela vida.
Examinar-se à luz dessas verdades não deve causar desespero, mas sim conduzir a uma fé mais robusta e autêntica. Se esses sinais estão presentes, ainda que de forma imperfeita e em crescimento, há motivo para grande regozijo e segurança na graça de Deus. Se não estão, hoje é o dia aceitável para deixar de lado a religiosidade cultural e buscar, em arrependimento genuíno, o Deus que tem poder para transformar corações de pedra em corações de carne.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Nenhum comentário ainda.
Livros
Selecione um livro
Nenhum livro encontrado
Nenhum comentário ainda.