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João Cap. 10

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Capítulo 10

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João

Versão: NBV
Progresso de leitura 0/42 versículos
1 Jesus disse: “Eu afirmo a vocês que todo aquele que se recusa a entrar no curral das ovelhas pela porta, e entra às escondidas por outro lugar, é certamente um ladrão e assaltante!

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2 Porque o pastor das ovelhas entra pela porta.

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3 O porteiro abre a porta para ele, e as ovelhas ouvem a sua voz. Ele chama suas ovelhas pelo nome e leva todas para fora.

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4 Depois de conduzir todas para fora, vai andando na frente delas, e elas o seguem, porque reconhecem a sua voz.

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5 Elas nunca seguirão um estranho; antes fugirão dele, porque não reconhecem a voz de estranhos”.

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6 Aqueles que ouviram Jesus usar essa parábola não entenderam o que ele queria dizer.

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7 Por isso Jesus continuou: “Eu afirmo a vocês a verdade: Eu sou a porta das ovelhas.

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8 Todos os que vieram antes de mim eram ladrões e assaltantes. Porém as ovelhas não atenderam à voz deles.

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9 Sim, eu sou a porta. Aquele que entrar por mim será salvo; entrará e sairá, e encontrará pastagens verdes.

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10 A intenção do ladrão é só roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida, e vida completa.

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11 “Eu sou o bom Pastor. O bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.
Versículo 11
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Diego Vieira Dias em 24/01/2026

4. Soteriologia em Foco: O Grande Debate entre Calvinismo e Arminianismo e a Doutrina da Salvação (Rm. 9; Ef. 1; Jo. 10)

Os Cinco Pontos do Calvinismo (TULIP): Soberania e Eleição Incondicional

Como vimos anteriormente, os chamados "Cinco Pontos do Calvinismo" foram sistematizados no Sínodo de Dort em resposta aos questionamentos arminianos. Frequentemente lembrados pelo acrônimo em inglês TULIP (Total Depravity, Unconditional Election, Limited Atonement, Irresistible Grace, Perseverance of the Saints), esses princípios resumem a soteriologia reformada, enfatizando a soberania absoluta de Deus na salvação.

Abaixo, detalhamos cada um desses pontos conforme a perspectiva calvinista clássica:

1. Depravação Total (Total Depravity)

O ponto de partida é a condição humana pós-queda. Para os calvinistas, o pecado de Adão corrompeu a natureza humana de forma tão profunda que não restou "bem algum" capaz de conectar o homem a Deus. O ser humano está espiritualmente morto e, portanto, é totalmente incapaz de buscar a Deus ou exercer fé por conta própria.

"Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há quem entenda; não há quem busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só." (Romanos 3:10-12)

"Ele vos vivificou, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados." (Efésios 2:1)

2. Eleição Incondicional (Unconditional Election)

Se o homem é incapaz de buscar a Deus, a iniciativa da salvação deve partir inteiramente do Criador. A doutrina da Eleição Incondicional ensina que, antes da fundação do mundo, Deus escolheu soberanamente um grupo específico de pessoas para serem salvas.

Esta escolha não foi baseada em qualquer mérito humano ou na previsão de que essas pessoas teriam fé (pré-ciência de ações), mas sim fundamentada unicamente na vontade soberana e no "beneplácito" de Deus.

Os calvinistas respondem à acusação de injustiça divina argumentando que, como toda a humanidade já estava condenada pelo pecado, Deus seria justo se deixasse todos perecerem. Ao escolher salvar alguns, Ele exerce misericórdia, sem cometer injustiça contra os demais.

"Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor; E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade." (Efésios 1:4-5)

"Logo, pois, compadece-se de quem quer, e endurece a quem quer." (Romanos 9:18)

3. Expiação Limitada (Limited Atonement)

Este é frequentemente o ponto mais controverso. A lógica calvinista dita que, se Deus escolheu apenas um grupo para salvar (os eleitos), então a morte de Cristo na cruz teve um propósito específico: garantir a redenção desse grupo.

Assim, Jesus não teria morrido para salvar a humanidade inteira indiscriminadamente (o que implicaria, na visão deles, uma falha caso alguém por quem Cristo morreu fosse para o inferno), mas morreu eficazmente pelas Suas "ovelhas".

"Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas." (João 10:11)

"E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados." (Mateus 1:21)

4. Graça Irresistível (Irresistible Grace)

Uma vez que Deus elegeu alguém e Cristo morreu por essa pessoa, o Espírito Santo aplica essa salvação de maneira eficaz. A Graça Irresistível ensina que, quando Deus chama um eleito para a salvação, essa pessoa não pode resistir a esse chamado.

Diferente da oferta externa do Evangelho (que muitos rejeitam), o chamado interno do Espírito vence a resistência do coração humano, regenerando a vontade do pecador para que ele creia voluntariamente. Não se trata de Deus arrastar alguém contra a sua vontade, mas de Deus mudar o coração para que a pessoa queira vir a Ele.

"Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora." (João 6:37)

Os calvinistas citam o exemplo de Lídia em Atos, onde é dito que o Senhor "abriu o coração" dela para crer.

5. Perseverança dos Santos (Perseverance of the Saints)

Por fim, a segurança da salvação. O calvinismo defende que aqueles que foram verdadeiramente eleitos, chamados e justificados jamais perderão a salvação. Eles perseverarão na fé até o fim.

O lema "uma vez salvo, salvo para sempre" se aplica aqui, com a ressalva de que a "salvação" referida é a verdadeira regeneração. Se alguém professa a fé e depois a abandona definitivamente, a interpretação calvinista é que tal pessoa nunca foi verdadeiramente salva ou regenerada (1 João 2:19).

"E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão." (João 10:28)

Representantes Notáveis:
A tradição calvinista é sustentada por nomes históricos e contemporâneos como Jonathan Edwards, Charles Spurgeon, George Whitefield, e, mais recentemente, John Piper, Tim Keller e, no Brasil, Augustus Nicodemos e Hernandes Dias Lopes.

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12 Um simples empregado não é o pastor a quem as ovelhas pertencem. Assim, se perceber que o lobo vem chegando, ele deixa as ovelhas e foge. Com isso o lobo ataca e espalha o rebanho.

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13 O empregado foge porque é apenas uma pessoa que trabalha por dinheiro, e não tem interesse real pelas ovelhas.

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14 “Eu sou o bom Pastor, conheço minhas próprias ovelhas, e elas me conhecem.

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15 Assim como o Pai me conhece, eu conheço o Pai, e entrego a minha vida pelas ovelhas.

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16 Eu ainda tenho outras ovelhas, que não são deste curral. Eu tenho de conduzir essas também, e elas atenderão à minha voz; e haverá um só rebanho e um só pastor.

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17 O Pai me ama porque eu entrego a minha vida para poder ter a vida de volta outra vez.

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18 Ninguém a tira de mim, mas eu a entrego de livre vontade. Pois tenho autoridade de entregar a minha vida quando quiser, e também tomá-la de novo, porque o Pai me deu esta ordem”.

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19 Quando Jesus disse estas coisas, os judeus se dividiram novamente em suas opiniões a respeito dele.

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20 Alguns diziam: “Ele tem um demônio, ou então está louco. Para que ouvi-lo?”

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21 Outros diziam: “Isto não nos parece o jeito de falar de um homem dominado pelo demônio! Pode um demônio abrir os olhos dos cegos?”

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22 Era inverno, e Jesus estava em Jerusalém na época da celebração da festa da Dedicação.

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23 Ele estava no templo, caminhando pela parte conhecida como o Alpendre de Salomão.

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24 Os judeus rodearam Jesus e perguntaram: “Quanto tempo o Senhor ainda vai nos deixar na dúvida? Se o Senhor é o Cristo, diga de uma vez!”

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25 “Eu já lhes disse, e vocês não creram em mim”, respondeu Jesus. “A prova está nas obras que eu faço em nome de meu Pai.

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26 Mas vocês não creem em mim porque não são minhas ovelhas.

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27 As minhas ovelhas reconhecem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem.

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28 Eu lhes dou a vida eterna, e elas nunca morrerão. Ninguém poderá arrancá-las da minha mão, 29 porque meu Pai me deu todas elas, e ele é mais poderoso do que todos; por isso, ninguém pode arrancar nenhuma delas da sua mão.
Versículo 28
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Diego Vieira Dias em 24/01/2026

4. Soteriologia em Foco: O Grande Debate entre Calvinismo e Arminianismo e a Doutrina da Salvação (Rm. 9; Ef. 1; Jo. 10)

Os Cinco Pontos do Calvinismo (TULIP): Soberania e Eleição Incondicional

Como vimos anteriormente, os chamados "Cinco Pontos do Calvinismo" foram sistematizados no Sínodo de Dort em resposta aos questionamentos arminianos. Frequentemente lembrados pelo acrônimo em inglês TULIP (Total Depravity, Unconditional Election, Limited Atonement, Irresistible Grace, Perseverance of the Saints), esses princípios resumem a soteriologia reformada, enfatizando a soberania absoluta de Deus na salvação.

Abaixo, detalhamos cada um desses pontos conforme a perspectiva calvinista clássica:

1. Depravação Total (Total Depravity)

O ponto de partida é a condição humana pós-queda. Para os calvinistas, o pecado de Adão corrompeu a natureza humana de forma tão profunda que não restou "bem algum" capaz de conectar o homem a Deus. O ser humano está espiritualmente morto e, portanto, é totalmente incapaz de buscar a Deus ou exercer fé por conta própria.

"Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há quem entenda; não há quem busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só." (Romanos 3:10-12)

"Ele vos vivificou, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados." (Efésios 2:1)

2. Eleição Incondicional (Unconditional Election)

Se o homem é incapaz de buscar a Deus, a iniciativa da salvação deve partir inteiramente do Criador. A doutrina da Eleição Incondicional ensina que, antes da fundação do mundo, Deus escolheu soberanamente um grupo específico de pessoas para serem salvas.

Esta escolha não foi baseada em qualquer mérito humano ou na previsão de que essas pessoas teriam fé (pré-ciência de ações), mas sim fundamentada unicamente na vontade soberana e no "beneplácito" de Deus.

Os calvinistas respondem à acusação de injustiça divina argumentando que, como toda a humanidade já estava condenada pelo pecado, Deus seria justo se deixasse todos perecerem. Ao escolher salvar alguns, Ele exerce misericórdia, sem cometer injustiça contra os demais.

"Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor; E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade." (Efésios 1:4-5)

"Logo, pois, compadece-se de quem quer, e endurece a quem quer." (Romanos 9:18)

3. Expiação Limitada (Limited Atonement)

Este é frequentemente o ponto mais controverso. A lógica calvinista dita que, se Deus escolheu apenas um grupo para salvar (os eleitos), então a morte de Cristo na cruz teve um propósito específico: garantir a redenção desse grupo.

Assim, Jesus não teria morrido para salvar a humanidade inteira indiscriminadamente (o que implicaria, na visão deles, uma falha caso alguém por quem Cristo morreu fosse para o inferno), mas morreu eficazmente pelas Suas "ovelhas".

"Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas." (João 10:11)

"E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados." (Mateus 1:21)

4. Graça Irresistível (Irresistible Grace)

Uma vez que Deus elegeu alguém e Cristo morreu por essa pessoa, o Espírito Santo aplica essa salvação de maneira eficaz. A Graça Irresistível ensina que, quando Deus chama um eleito para a salvação, essa pessoa não pode resistir a esse chamado.

Diferente da oferta externa do Evangelho (que muitos rejeitam), o chamado interno do Espírito vence a resistência do coração humano, regenerando a vontade do pecador para que ele creia voluntariamente. Não se trata de Deus arrastar alguém contra a sua vontade, mas de Deus mudar o coração para que a pessoa queira vir a Ele.

"Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora." (João 6:37)

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5. Perseverança dos Santos (Perseverance of the Saints)

Por fim, a segurança da salvação. O calvinismo defende que aqueles que foram verdadeiramente eleitos, chamados e justificados jamais perderão a salvação. Eles perseverarão na fé até o fim.

O lema "uma vez salvo, salvo para sempre" se aplica aqui, com a ressalva de que a "salvação" referida é a verdadeira regeneração. Se alguém professa a fé e depois a abandona definitivamente, a interpretação calvinista é que tal pessoa nunca foi verdadeiramente salva ou regenerada (1 João 2:19).

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30 Eu e o Pai somos um”.

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31 Então os líderes judaicos novamente pegaram em pedras para apedrejá-lo.

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32 Mas Jesus disse: “Por orientação do Pai, eu tenho feito muitas obras. Por qual delas vocês querem me apedrejar?”

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33 Eles responderam: “Não é por nenhuma boa obra que vamos apedrejá-lo, mas por blasfêmia, porque você é um simples homem e declara que é Deus”.

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34 “Na própria Lei de vocês não está escrito: ‘Eu disse: Vocês são deuses’?

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35 Portanto, se a Escritura, que não pode ser anulada, chama de deuses aqueles a quem veio a palavra de Deus, 36 vocês dizem que é blasfêmia quando aquele que foi santificado e enviado ao mundo pelo Pai diz: ‘Eu sou o Filho de Deus’?

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37 Não creiam em mim, se eu não faço as obras de meu Pai.

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38 Mas se as realizo, creiam nelas, mesmo que vocês não creiam em mim. Com isso vocês se convencerão de que o Pai está em mim, e eu no Pai”.

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39 Mais uma vez eles tentaram prender Jesus, porém ele escapou das mãos dele.

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40 Então Jesus atravessou novamente o rio Jordão, e foi para o lugar onde João esteve batizando no princípio do seu ministério.

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41 Muitos seguiram Jesus. “Embora João nunca tenha realizado milagres”, diziam uns aos outros, “tudo o que ele disse a respeito deste homem tem-se cumprido”.

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42 E muitos creram em Jesus naquele lugar.

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