4Quandoolhei, vi umagrandetempestadequevinha do norte. Umanuvemfaiscavacomrelâmpagos e brilhavacomluzintensa. Dentro da nuvemhaviafogo e, no meio do fogo, resplandeciaalgosemelhante a âmbarreluzente.
16 As rodasbrilhavam, como se fossemfeitas de berilo. As quatrorodaseramsemelhantes e feitas da mesmaforma; cadaumatinhadentrodelaoutrarodaquegirava na transversal.
21Quando os seres se moviam, as rodastambém se moviam. Quando os seresparavam, as rodastambémparavam. Quando os seresvoavamparacima, as rodastambémsubiam, pois o espíritodosseresvivosestavanasrodas.
24Quandovoavam, o estrondo de suasasassoavaparamimcomoondas do marquebrando na praia, como a voz do Todo-poderoso, ou como os gritos de um grandeexército. Quando os serespararam, abaixaram as asas.
27 Da cinturaparacima, tinha a aparência de âmbarreluzentequecintilavacomo o fogo, e, da cinturaparabaixo, pareciaumachamaardentequebrilhavacomesplendor.
28Estavarodeadopor um aroluminoso, comoarco-írisqueresplandeceentre as nuvensnumdia de chuva. Essaera a aparência da glória do SENHORparamim. Quando a vi, prostrei-me com o rosto no chão e ouvi a voz de alguémquefalavacomigo.
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