1Certodia, no quintodia do quartomês do trigésimoano, eu, o sacerdoteEzequiel, estavaentre os exilados, junto ao rioQuebar. E aconteceuque o céu se abriu de repente, e Deus me mostroumuitasvisões.
4Nessavisão, umagrandetempestadevinha do norte em minhadireção. A tempestadeempurravaumagrandenuvem, muitobrilhante, carregada de fogo. Dentro da nuvem, no meio do fogo, haviaalgoquebrilhavacomobronzebempolido.
8Alémdisso, debaixodassuasasas eu pudevermãoshumanas. As quatrocriaturaseramtodasiguais, comrostos e asas,9 e as asas de cadasertocavamnaspontasdasasas de outroser; moviam-se semprepara a frente, sem se virarem.
21Quando as criaturas se moviam, as rodastambém se moviam; bastava as criaturaspararem, para as rodaspararemtambém; e quando as criaturas se elevavam do chão, as rodastambém se elevavamcomelas, porque o mesmoEspíritoquedirigia as criaturas, dirigia as rodas.
24Quandoelasvoavam, o barulho de suasasasparecia o somdasondas do marquebrando na praia; parecia a própriavoz do DeusTodo-poderoso, de um tropel de um grandeexército em marcha. Quando as criaturasparavam, abaixavamsuasasas.
26 E, sobreessasuperfíciebrilhante, haviaalgumacoisaparecidacom um tronoazul, feito de safira. Assentado no tronoestavaalguémque se pareciacom um homem!
27 Da cinturaparacimaerabrilhantecomometal no meio do fogo; da cinturaparabaixopareciafeito de fogopuro, muitobrilhante. Tudo em voltadelebrilhava,28commuitascores, como o arco-írisnasnuvens de um diachuvoso. Foiassimque eu vi a glória do SENHOR. Ao vertudoisso, caíporterra e escondi o meurosto. Entãoouvi a voz de alguémfalando!
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