1Depois da morte de Saul, quandoDavitinhavoltado de derrotar os amalequitas e já estavadoisdias em Ziclague,2aconteceuque, no terceirodia, veio do arraial de Saul um homemcom as roupasrasgadas e terrasobre a cabeça. Ao chegardiante de Davi, ele se inclinou, prostrando-se em terra.
4EntãoDavidisse: — Comofoiisso? Conte-me o queaconteceu. O moçorespondeu: — O povofugiu da batalha, e muitosforammortos. Saul e seufilhoJônatastambémmorreram.
6Então o moçoportadordasnotíciasdisse: — Cheguei, poracaso, ao monteGilboa, e eisqueSaulestavaapoiadosobre a sualança. E os carros de guerra e a cavalaria se aproximavamdele.
10Então me aproximeidele e o matei, porque eu sabiaqueelenãoviveriadepois de tercaído. Peguei a coroaqueeletinha na cabeça e o bracelete e os trouxeaqui ao meusenhor.
15EntãoDavichamou um dosmoços e lhedisse: — Vá até lá e mate-o. Elefoi e o matou,16enquantoDavidizia: — O seusanguecaiasobre a suacabeça, porque a suaprópriabocatestificoucontravocê, dizendo: “Matei o ungido do SENHOR.”
20Nãoanunciemisso em Gate, nem o publiquemnasruas de Asquelom, paraquenão se alegrem as filhasdosfilisteus, nemsaltem de contentamento as filhasdosincircuncisos.
21Montes de Gilboa, quesobrevocêsnãocaianemorvalho, nemchuva, nemhaja aí camposqueproduzamofertas, poisnelesfoiprofanado o escudodosvalentes, o escudo de Saul, quenuncamaisseráungidocomóleo.
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